Política Lisboa despede-se de Soares

Lisboa despede-se de Soares

Algumas centenas de pessoas aplaudiram esta manhã o cortejo fúnebre de Mário Soares, que teve uma primeira paragem na Praça do Município, em Lisboa, a caminho dos Jerónimos. O início de um dia feito de despedidas.
Lisboa despede-se de Soares
Miguel Baltazar/Negócios
Filomena Lança 09 de janeiro de 2017 às 12:32

Em silêncio, alguns com flores na mão, um ou outro com uma bandeira, um grupo de pessoas esperou esta segunda-feira, 9 de Janeiro, o cortejo fúnebre de Mário Soares frente aos Paços do Concelho, antes de o corpo seguir para o Mosteiro dos Jerónimos, onde estará durante todo o dia em câmara ardente.

 

Em frente à entrada principal da Câmara Municipal aguardavam os representantes da autarquia e foi com aplausos que todos receberam o carro funerário onde, sem flores e coberto apenas pela bandeira de República, seguia o corpo do ex-Presidente.

 

O presidente da Câmara, Fernando Medina -ladeado pelos vereadores, deputados municipais, presidentes de junta da cidade e pessoal da autarquia - prestou uma última homenagem e assistiu à trasladação da urna de Soares para um armão da GNR puxado por quatro cavalos brancos e enfeitado com rosas amarelas.

 

O carro com a urna do ex-Presidente da República passara já antes pela casa onde este sempre viveu, no Campo Grande, e atravessara a cidade. A praça do Município foi o primeiro ponto alto da homenagem que está preparada para hoje.

 

"Devemos-lhe muito, não há forma de lhe agradecermos", diria mais tarde Fernando Medina em declarações aos jornalistas presentes. "Deixa um grande exemplo, uma lição de coragem e dedicação e Portugal, de luta pela democracia e pela tolerância. Uma personalidade única".

 

Em frente à autarquia, com a bandeira de cidade a meia haste e duas fotos gigantes de Soares penduradas na fachada, todos os que seguiam no cortejo saíram para acompanhar a cerimónia. Entre eles os filhos de Mário Soares, João e Isabel – esta com uma rosa amarela na mão –, Eduardo Barroso e vários outros familiares. Jonas e Lilá, os netos mais novos, entregaram à GNR o Grande Colar da Ordem de Torre e Espada e o Colar da Ordem e liberdade, duas das condecorações que o avô recebeu ao longo da vida e que foram transportadas para os Jerónimos.

 

Ladeado por 84 soldados da GNR, montados a cavalo, o cortejo seguiu depois pela Ribeira das Naus em direcção ao Cais do Sodré e a Belém, onde o corpo do ex-presidente da República ficará durante todo o dia em Câmara ardente na Sala dos Azulejos nos Jerónimos. Antes, num gesto simbólico, Fernando Medina prendeu um cravo vermelho à bandeira de Portugal que cobria a urna.

(notícia corrigida às 15:15 com mais informação)




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mais votado Anónimo 09.01.2017


Os ladrões de esquerda

SÓCRATES GATUNO & COSTA LADRÃO, deitam Portugal ao chão.

O BPN nacionalizado pelo PS, já custou 7 mil milhões aos contribuintes portugueses.

O prejuízo dos contribuintes no BES, liquidado pelo PSD, ficará limitado á participação da CGD no fundo de resolução

O BANIF liquidado pelo PS, vai custar 3 mil milhões aos contribuintes portugueses.

Quem é que rouba mais os portugueses, quem é?

comentários mais recentes
JARANES 11.01.2017

O VERDADEIRO SOCIALISMO
Ficamos a saber pela voz da filha de Mário Soares que este tinha por hábito deslocar-se a França, levando com ele desvalidos das zonas pobres de Lisboa e levava-os a almoçar e jantar nos restaurantes chiques de Paris e fulaneava com eles pelo Cartier Latin.
Tudo muito chique e muito socialista.

Cardosao 09.01.2017

O que parece é que amanhã se prevê nevoeiro e muita chuva.Obrigado S.Pedro

Escarro 09.01.2017

Vai-te e não voltes.

Anónimo 09.01.2017


Ladrões FP & CGA SEMPRE A ROUBAR À GRANDE

Por que razão o cálculo da pensão da sua CGA era mais generoso do que o cálculo da pensão do regime geral?

Porquê?

Por que razão uns tinham reforma de filhos e outros reforma de enteados?

Esta discrepância logo à partida é que é razão para indignação, meu caro amigo.

A equiparação prometida é da mais elementar justiça.

Por que razão trabalha V. Exa. menos 5 horas semanais do que os trabalhadores dos sectores privados?

Pior: além de trabalhar menos horas, ainda tem direito a mais dias de férias.

Porquê?

Que razões podem justificar estes privilégios injustificáveis?

Que aritmética laboral pode justificar esta diferença entre V. Exa. e a restante população?

Que equidade pode existir aqui?

E, já agora, a falta de equidade vai continuar a marcar a ADSE. Mesmo com o aumento da sua contribuição, aposto que a ADSE continuará a ser deficitária, ou seja, V. Exa. continuará a usufruir de um seguro de saúde pago pelo dinheiro de todo

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