Autarquias Lisboa lançou aplicação 'Na Minha Rua' para facilitar a comunicação de ocorrências

Lisboa lançou aplicação 'Na Minha Rua' para facilitar a comunicação de ocorrências

A aplicação móvel 'Na Minha Rua' foi lançada esta sexta-feira em Lisboa para facilitar a comunicação de ocorrências na cidade, através de fotografias geograficamente referenciadas, disse o vice-presidente da autarquia, Duarte Cordeiro, à agência Lusa.
Lisboa lançou aplicação 'Na Minha Rua' para facilitar a comunicação de ocorrências
Jorge Paula/Correio da Manhã
Lusa 16 de junho de 2017 às 19:14

Depois da página da internet lançada em 2009 e de um programa de gestão de ocorrências internas, esta aplicação surge como uma evolução onde os cidadãos podem aproximar a sua relação com a Câmara Municipal de Lisboa e, através de uma fotografia que é georreferenciada, comunicar rapidamente com os serviços da autarquia para uma resolução mais célere, acrescentou Duarte Cordeiro (na foto).

 

Esta inovação surge depois de "um conjunto de mudanças organizacionais", afirma o vice-presidente e responsável pelos pelouros de Estruturas de Proximidade e Economia e Inovação, que destaca, "em 2013, a reforma administrativa, com a transferência de competências para as juntas de freguesia" e, "em 2014, a reorganização interna da própria câmara municipal".

 

Também a aposta em 250 novos operacionais permite uma melhor resolução de problemas que venham a ser detectados pelos cidadãos através desta aplicação.

 

Duarte Cordeiro disse ainda que esta aplicação é "muito intuitiva e possível de ser usada por pessoas de todas as idades". Segundo o vereador, a aplicação faz também, automaticamente, um reconhecimento acerca de quem deverá ser o responsável pela ocorrência emitida, passando pela própria câmara municipal, as várias juntas de freguesia ou até outras entidades concessionárias.

 

Duarte Cordeiro garante que esta aplicação possibilita ao cidadão passar a "monitorizar com muito maior facilidade aquilo que são as ocorrências que identificou para resolver", não "caindo no esquecimento", e que é ainda possível acompanhar as várias fases da ocorrência: em análise, em execução ou resolvida.

 

O vice-presidente admitiu ainda à Lusa que, numa fase inicial, existirá um "período de adaptação" que, "a médio-longo prazo, vai resultar numa maior fiscalização", mas também uma participação mais activa por parte dos cidadãos na vida da cidade de Lisboa.

 

 




A sua opinião2
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo 17.06.2017

Convém é que alguém leia as reclamações e sugestões que lá são colocadas e que a CML faça alguma coisa para as resolver!!

Anónimo 17.06.2017

Tudo isto é mel para garimpeiros. Mas não estaremos a criar, com tudo isto, mais um bairro da nova bufaria?

pub
pub
pub
pub