Cultura MAAT: Quer ir ao museu ou ao novo miradouro de Lisboa?

MAAT: Quer ir ao museu ou ao novo miradouro de Lisboa?

Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT) está prestes a abrir as portas ao público. António Mexia, presidente da EDP, espera que este espaço venha a tornar-se um "social hub" em Lisboa com vista para o Tejo.
Filipa Lino 03 de Outubro de 2016 às 20:43

O novo Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT) é inaugurado oficialmente esta terça-feira. A cerimónia contará com a presença do Presidente da República.

A abertura ao público do novo projecto da Fundação EDP, será no feriado de 5 de Outubro, entre as 12h e as 24h, com um programa que inclui performances e concertos gratuitos.

O edifício, concebido pela arquitecta britânica Amanda Levete, pretende criar uma zona de lazer junto ao rio que ficará disponível ao público a qualquer hora do dia.  

"Vai-se poder vir ao Museu ou simplesmente estar ", disse António Mexia, presidente da EDP, numa visita guiada a jornalistas.

O topo do edifício é um miradouro de onde se pode ver o rio Tejo e também a zona antiga de Lisboa. Mexia espera que este local se torne um "social-hub" na capital.

Lá dentro as obras integram três disciplinas – arte, arquitectura e tecnologia. E os artistas vão construir obras especificamente para o espaço.

Os visitantes vão poder ver e interagir com a instalação "Pynchon Park", da artista francesa Dominique Gonzalez-Foerster, na sala oval, logo à entrada no museu. Nos outros espaços do museu estão "The World of Charles and Ray Eames", que aborda a vida e obra de uma das duplas de designers mais influentes do séc.XX, e "A Forma da Forma", uma das exposições centrais da 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa.

Antínio Mexia revelou no encontro com jornalistas que o museu custou cerca de 20 milhões de euros, "o que representa 0,6% do investimento da EDP durante o período em que foi construído", ou seja três anos.

O MAAT pode ser visitado todos os dias, excepto à terça-feira, das 12h às 20h. O bilhete custa cinco euros, para já.




A sua opinião10
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo 04.10.2016


PS ROUBA OS SALÁRIOS DOS TRABALHADORES DO PRIVADO

SALÁRIOS E PENSÕES DA FP ESTÃO A SER PAGOS COM DINHEIRO EMPRESTADO

A reposição dos Salários e Pensões da FP está a ser feita na totalidade com recurso ao endividamento do País.

Por isso a dívida pública e os respetivos juros, suportados pelos contribuintes, estão em crescimento acelerado.

comentários mais recentes
Lança 04.10.2016

EDP uma empresa de ladrões Chineses não consumo energia porque moro noutra casa no Algarve e todos os meses vem uma factura para pagar mes passado foi 35 euros este mês 28 euros deu a leitura e vieram tirar a leitura então isto não e um roubo pagar sem consumir

Anónimo 04.10.2016


PS ROUBA OS TRABALHADORES DO PRIVADO

FP SEMPRE A ROUBAR À GRANDE

Por que razão o cálculo da pensão da sua CGA era mais generoso do que o cálculo da pensão do regime geral?

Porquê?

Por que razão uns tinham reforma de filhos e outros reforma de enteados?

Esta discrepância logo à partida é que é razão para indignação, meu caro amigo.

A equiparação prometida é da mais elementar justiça.

Por que razão trabalha V. Exa. menos 5 horas semanais do que os trabalhadores dos sectores privados?

Pior: além de trabalhar menos horas, ainda tem direito a mais dias de férias.

Porquê?

Que razões podem justificar estes privilégios injustificáveis?

Que aritmética laboral pode justificar esta diferença entre V. Exa. e a restante população?

Que equidade pode existir aqui?

Luis de Figueiredo 04.10.2016

Seria bom era que baixassem as tarifas de electricidade para ajudar a população, em vez de gastarem dinheiro com este "novo riquismo". Uma palavra: vergonhoso. E os "media" a pactuar com a situação. Não se devia dar era projecção a esta notícia. É uma empresa que não respeita nada nem ninguém....Pela parte que me toca não ponho lá os pés ( museu e miradouro) nem que seja grátis.

IS 04.10.2016

Ao MAAT.

ver mais comentários
pub
pub
pub
pub