Europa Macron e Merkel reiteram intenção de "dar novo impulso à Europa"

Macron e Merkel reiteram intenção de "dar novo impulso à Europa"

O presidente francês, Emmanuel Macron, e a chanceler alemã, Angela Merkel, reiteraram hoje a intenção de assinar um novo Tratado do Eliseu com o objectivo de dar "um novo impulso" à Europa.
Macron e Merkel reiteram intenção de "dar novo impulso à Europa"
Lusa 21 de janeiro de 2018 às 13:04

"Desejamos uma Europa mais unida, mais eficaz, mais protectora e mais democrática, que se afirme no mundo e que defenda os seus valores", disse Macron, num vídeo divulgado por ambos os governos, acompanhado por uma declaração assinada pelos dois líderes no dia em que se assinalam 55 anos do acordo de amizade assinado entre os dois países, segundo a agência de notícias espanhola EFE.

Na mensagem comum, Macron e Merkel comprometem-se a aprofundar a integração económica dos dois países, a fomentar as relações das sociedades civis e a promover a cooperação em matéria de política externa, defesa, segurança e desenvolvimento, além de reiterarem o compromisso com o Acordo de Paris relativo às alterações climáticas.

Macron e Merkel apostam ainda em trabalharem em conjunto contra o terrorismo internacional, a fortalecerem a colaboração dos seus serviços policiais e de inteligência, a defenderem uma política de desenvolvimento para a África e a procurarem "respostas europeias ao desafio da imigração descontrolada", respeitando o direito de asilo.

No vídeo, gravado na mesma sala do Eliseu onde, há 55 anos, o presidente francês Charles de Gaulle e o chanceler alemão Konrad Adenauer assinaram o tratado de amizade franco-alemão, ambos destacaram a amizade entre os dois países, comprometendo-se a reforçá-la.

Merkel lembra o valor de De Gaulle e de Adenauer ao apostar na reconciliação após o "horror" da Segunda Guerra Mundial que, como com o Tratado do Eliseu, colocou cidadãos franceses e alemães no caminho de um futuro conjunto.

Segundo a chanceler alemã, "o mundo muda rapidamente, económica e tecnologicamente, e surgem novas incertezas", como as alterações climáticas, que representam desafios comuns.

"Juntos enfrentaremos esses desafios, com a intensidade do diálogo das nossas nações, dando juntos à Europa um novo impulso", afirmou Macron.

Como "amigos no coração da Europa e no âmbito do espírito europeu", Merkel acrescentou que, Berlim e Paris irão fechar este ano um novo Tratado do Eliseu, com novos objectivos e formas de cooperação para aproximar os dois países.

"Fazemos isso para unir ainda mais os cidadãos dos nossos países e para dar um novo impulso a toda a Europa unida, para torná-la ainda mais forte", enfatizou o chanceler.

Macron apelou aos jovens de ambos os países para "descobrirem" os vizinhos, serem curiosos e participarem da consulta pública, que será lançada na primavera.

O Presidente francês referia-se ao projecto, lançado por si próprio em setembro e cujo método o Presidente do Conselho Europeu terá ficado de definir esta primavera, de pôr os cidadãos da UE a debater uma refundação da união.

O vídeo termina com um: "viva a amizade franco-alemã", dito em alemão por Macron e em francês por Merkel.

Os dois líderes reuniram-se na sexta-feira, em Paris, onde concordaram que as reformas profundas de que a Europa precisa e que ambos querem levar a cabo, dependem, no curto prazo, dos social-democratas alemães (SPD), que decidem hoje em congresso extraordinário se negoceiam uma nova grande coligação liderada pela política conservadora.

"Desejamos uma Europa mais unida, mais eficaz, mais protetora e mais democrática, que se afirme no mundo e que defenda os seus valores", disse Macron, num vídeo divulgado por ambos os governos, acompanhado por uma declaração assinada pelos dois líderes no dia em que se assinalam 55 anos do acordo de amizade assinado entre os dois países, segundo a agência de notícias espanhola EFE.

Na mensagem comum, Macron e Merkel comprometem-se a aprofundar a integração económica dos dois países, a fomentar as relações das sociedades civis e a promover a cooperação em matéria de política externa, defesa, segurança e desenvolvimento, além de reiterarem o compromisso com o Acordo de Paris relativo às alterações climáticas.

Macron e Merkel apostam ainda em trabalharem em conjunto contra o terrorismo internacional, a fortalecerem a colaboração dos seus serviços policiais e de inteligência, a defenderem uma política de desenvolvimento para a África e a procurarem "respostas europeias ao desafio da imigração descontrolada", respeitando o direito de asilo.

No vídeo, gravado na mesma sala do Eliseu onde, há 55 anos, o presidente francês Charles de Gaulle e o chanceler alemão Konrad Adenauer assinaram o tratado de amizade franco-alemão, ambos destacaram a amizade entre os dois países, comprometendo-se a reforçá-la.

Merkel lembra o valor de De Gaulle e de Adenauer ao apostar na reconciliação após o "horror" da Segunda Guerra Mundial que, como com o Tratado do Eliseu, colocou cidadãos franceses e alemães no caminho de um futuro conjunto.

Segundo a chanceler alemã, “o mundo muda rapidamente, económica e tecnologicamente, e surgem novas incertezas”, como as alterações climáticas, que representam desafios comuns.

"Juntos enfrentaremos esses desafios, com a intensidade do diálogo das nossas nações, dando juntos à Europa um novo impulso", afirmou Macron.

Como "amigos no coração da Europa e no âmbito do espírito europeu", Merkel acrescentou que, Berlim e Paris irão fechar este ano um novo Tratado do Eliseu, com novos objetivos e formas de cooperação para aproximar os dois países.

"Fazemos isso para unir ainda mais os cidadãos dos nossos países e para dar um novo impulso a toda a Europa unida, para torná-la ainda mais forte", enfatizou o chanceler.

Macron apelou aos jovens de ambos os países para "descobrirem" os vizinhos, serem curiosos e participarem da consulta pública, que será lançada na primavera.

O Presidente francês referia-se ao projeto, lançado por si próprio em setembro e cujo método o Presidente do Conselho Europeu terá ficado de definir esta primavera, de pôr os cidadãos da UE a debater uma refundação da união.

O vídeo termina com um: "viva a amizade franco-alemã", dito em alemão por Macron e em francês por Merkel.

Os dois líderes reuniram-se na sexta-feira, em Paris, onde concordaram que as reformas profundas de que a Europa precisa e que ambos querem levar a cabo, dependem, no curto prazo, dos social-democratas alemães (SPD), que decidem hoje em congresso extraordinário se negoceiam uma nova grande coligação liderada pela política conservadora.

"Desejamos uma Europa mais unida, mais eficaz, mais protetora e mais democrática, que se afirme no mundo e que defenda os seus valores", disse Macron, num vídeo divulgado por ambos os governos, acompanhado por uma declaração assinada pelos dois líderes no dia em que se assinalam 55 anos do acordo de amizade assinado entre os dois países, segundo a agência de notícias espanhola EFE.

Na mensagem comum, Macron e Merkel comprometem-se a aprofundar a integração económica dos dois países, a fomentar as relações das sociedades civis e a promover a cooperação em matéria de política externa, defesa, segurança e desenvolvimento, além de reiterarem o compromisso com o Acordo de Paris relativo às alterações climáticas.

Macron e Merkel apostam ainda em trabalharem em conjunto contra o terrorismo internacional, a fortalecerem a colaboração dos seus serviços policiais e de inteligência, a defenderem uma política de desenvolvimento para a África e a procurarem "respostas europeias ao desafio da imigração descontrolada", respeitando o direito de asilo.

No vídeo, gravado na mesma sala do Eliseu onde, há 55 anos, o presidente francês Charles de Gaulle e o chanceler alemão Konrad Adenauer assinaram o tratado de amizade franco-alemão, ambos destacaram a amizade entre os dois países, comprometendo-se a reforçá-la.

Merkel lembra o valor de De Gaulle e de Adenauer ao apostar na reconciliação após o "horror" da Segunda Guerra Mundial que, como com o Tratado do Eliseu, colocou cidadãos franceses e alemães no caminho de um futuro conjunto.

Segundo a chanceler alemã, “o mundo muda rapidamente, económica e tecnologicamente, e surgem novas incertezas”, como as alterações climáticas, que representam desafios comuns.

"Juntos enfrentaremos esses desafios, com a intensidade do diálogo das nossas nações, dando juntos à Europa um novo impulso", afirmou Macron.

Como "amigos no coração da Europa e no âmbito do espírito europeu", Merkel acrescentou que, Berlim e Paris irão fechar este ano um novo Tratado do Eliseu, com novos objetivos e formas de cooperação para aproximar os dois países.

"Fazemos isso para unir ainda mais os cidadãos dos nossos países e para dar um novo impulso a toda a Europa unida, para torná-la ainda mais forte", enfatizou o chanceler.

Macron apelou aos jovens de ambos os países para "descobrirem" os vizinhos, serem curiosos e participarem da consulta pública, que será lançada na primavera.

O Presidente francês referia-se ao projeto, lançado por si próprio em setembro e cujo método o Presidente do Conselho Europeu terá ficado de definir esta primavera, de pôr os cidadãos da UE a debater uma refundação da união.

O vídeo termina com um: "viva a amizade franco-alemã", dito em alemão por Macron e em francês por Merkel.

Os dois líderes reuniram-se na sexta-feira, em Paris, onde concordaram que as reformas profundas de que a Europa precisa e que ambos querem levar a cabo, dependem, no curto prazo, dos social-democratas alemães (SPD), que decidem hoje em congresso extraordinário se negoceiam uma nova grande coligação liderada pela política conservadora.

"Desejamos uma Europa mais unida, mais eficaz, mais protetora e mais democrática, que se afirme no mundo e que defenda os seus valores", disse Macron, num vídeo divulgado por ambos os governos, acompanhado por uma declaração assinada pelos dois líderes no dia em que se assinalam 55 anos do acordo de amizade assinado entre os dois países, segundo a agência de notícias espanhola EFE.

Na mensagem comum, Macron e Merkel comprometem-se a aprofundar a integração económica dos dois países, a fomentar as relações das sociedades civis e a promover a cooperação em matéria de política externa, defesa, segurança e desenvolvimento, além de reiterarem o compromisso com o Acordo de Paris relativo às alterações climáticas.

Macron e Merkel apostam ainda em trabalharem em conjunto contra o terrorismo internacional, a fortalecerem a colaboração dos seus serviços policiais e de inteligência, a defenderem uma política de desenvolvimento para a África e a procurarem "respostas europeias ao desafio da imigração descontrolada", respeitando o direito de asilo.

No vídeo, gravado na mesma sala do Eliseu onde, há 55 anos, o presidente francês Charles de Gaulle e o chanceler alemão Konrad Adenauer assinaram o tratado de amizade franco-alemão, ambos destacaram a amizade entre os dois países, comprometendo-se a reforçá-la.

Merkel lembra o valor de De Gaulle e de Adenauer ao apostar na reconciliação após o "horror" da Segunda Guerra Mundial que, como com o Tratado do Eliseu, colocou cidadãos franceses e alemães no caminho de um futuro conjunto.

Segundo a chanceler alemã, “o mundo muda rapidamente, económica e tecnologicamente, e surgem novas incertezas”, como as alterações climáticas, que representam desafios comuns.

"Juntos enfrentaremos esses desafios, com a intensidade do diálogo das nossas nações, dando juntos à Europa um novo impulso", afirmou Macron.

Como "amigos no coração da Europa e no âmbito do espírito europeu", Merkel acrescentou que, Berlim e Paris irão fechar este ano um novo Tratado do Eliseu, com novos objetivos e formas de cooperação para aproximar os dois países.

"Fazemos isso para unir ainda mais os cidadãos dos nossos países e para dar um novo impulso a toda a Europa unida, para torná-la ainda mais forte", enfatizou o chanceler.

Macron apelou aos jovens de ambos os países para "descobrirem" os vizinhos, serem curiosos e participarem da consulta pública, que será lançada na primavera.

O Presidente francês referia-se ao projeto, lançado por si próprio em setembro e cujo método o Presidente do Conselho Europeu terá ficado de definir esta primavera, de pôr os cidadãos da UE a debater uma refundação da união.

O vídeo termina com um: "viva a amizade franco-alemã", dito em alemão por Macron e em francês por Merkel.

Os dois líderes reuniram-se na sexta-feira, em Paris, onde concordaram que as reformas profundas de que a Europa precisa e que ambos querem levar a cabo, dependem, no curto prazo, dos social-democratas alemães (SPD), que decidem hoje em congresso extraordinário se negoceiam uma nova grande coligação liderada pela política conservadora.

"Desejamos uma Europa mais unida, mais eficaz, mais protetora e mais democrática, que se afirme no mundo e que defenda os seus valores", disse Macron, num vídeo divulgado por ambos os governos, acompanhado por uma declaração assinada pelos dois líderes no dia em que se assinalam 55 anos do acordo de amizade assinado entre os dois países, segundo a agência de notícias espanhola EFE.

Na mensagem comum, Macron e Merkel comprometem-se a aprofundar a integração económica dos dois países, a fomentar as relações das sociedades civis e a promover a cooperação em matéria de política externa, defesa, segurança e desenvolvimento, além de reiterarem o compromisso com o Acordo de Paris relativo às alterações climáticas.

Macron e Merkel apostam ainda em trabalharem em conjunto contra o terrorismo internacional, a fortalecerem a colaboração dos seus serviços policiais e de inteligência, a defenderem uma política de desenvolvimento para a África e a procurarem "respostas europeias ao desafio da imigração descontrolada", respeitando o direito de asilo.

No vídeo, gravado na mesma sala do Eliseu onde, há 55 anos, o presidente francês Charles de Gaulle e o chanceler alemão Konrad Adenauer assinaram o tratado de amizade franco-alemão, ambos destacaram a amizade entre os dois países, comprometendo-se a reforçá-la.

Merkel lembra o valor de De Gaulle e de Adenauer ao apostar na reconciliação após o "horror" da Segunda Guerra Mundial que, como com o Tratado do Eliseu, colocou cidadãos franceses e alemães no caminho de um futuro conjunto.

Segundo a chanceler alemã, “o mundo muda rapidamente, económica e tecnologicamente, e surgem novas incertezas”, como as alterações climáticas, que representam desafios comuns.

"Juntos enfrentaremos esses desafios, com a intensidade do diálogo das nossas nações, dando juntos à Europa um novo impulso", afirmou Macron.

Como "amigos no coração da Europa e no âmbito do espírito europeu", Merkel acrescentou que, Berlim e Paris irão fechar este ano um novo Tratado do Eliseu, com novos objetivos e formas de cooperação para aproximar os dois países.

"Fazemos isso para unir ainda mais os cidadãos dos nossos países e para dar um novo impulso a toda a Europa unida, para torná-la ainda mais forte", enfatizou o chanceler.

Macron apelou aos jovens de ambos os países para "descobrirem" os vizinhos, serem curiosos e participarem da consulta pública, que será lançada na primavera.

O Presidente francês referia-se ao projeto, lançado por si próprio em setembro e cujo método o Presidente do Conselho Europeu terá ficado de definir esta primavera, de pôr os cidadãos da UE a debater uma refundação da união.

O vídeo termina com um: "viva a amizade franco-alemã", dito em alemão por Macron e em francês por Merkel.

Os dois líderes reuniram-se na sexta-feira, em Paris, onde concordaram que as reformas profundas de que a Europa precisa e que ambos querem levar a cabo, dependem, no curto prazo, dos social-democratas alemães (SPD), que decidem hoje em congresso extraordinário se negoceiam uma nova grande coligação liderada pela política conservadora.

"Desejamos uma Europa mais unida, mais eficaz, mais protetora e mais democrática, que se afirme no mundo e que defenda os seus valores", disse Macron, num vídeo divulgado por ambos os governos, acompanhado por uma declaração assinada pelos dois líderes no dia em que se assinalam 55 anos do acordo de amizade assinado entre os dois países, segundo a agência de notícias espanhola EFE.

Na mensagem comum, Macron e Merkel comprometem-se a aprofundar a integração económica dos dois países, a fomentar as relações das sociedades civis e a promover a cooperação em matéria de política externa, defesa, segurança e desenvolvimento, além de reiterarem o compromisso com o Acordo de Paris relativo às alterações climáticas.

Macron e Merkel apostam ainda em trabalharem em conjunto contra o terrorismo internacional, a fortalecerem a colaboração dos seus serviços policiais e de inteligência, a defenderem uma política de desenvolvimento para a África e a procurarem "respostas europeias ao desafio da imigração descontrolada", respeitando o direito de asilo.

No vídeo, gravado na mesma sala do Eliseu onde, há 55 anos, o presidente francês Charles de Gaulle e o chanceler alemão Konrad Adenauer assinaram o tratado de amizade franco-alemão, ambos destacaram a amizade entre os dois países, comprometendo-se a reforçá-la.

Merkel lembra o valor de De Gaulle e de Adenauer ao apostar na reconciliação após o "horror" da Segunda Guerra Mundial que, como com o Tratado do Eliseu, colocou cidadãos franceses e alemães no caminho de um futuro conjunto.

Segundo a chanceler alemã, “o mundo muda rapidamente, económica e tecnologicamente, e surgem novas incertezas”, como as alterações climáticas, que representam desafios comuns.

"Juntos enfrentaremos esses desafios, com a intensidade do diálogo das nossas nações, dando juntos à Europa um novo impulso", afirmou Macron.

Como "amigos no coração da Europa e no âmbito do espírito europeu", Merkel acrescentou que, Berlim e Paris irão fechar este ano um novo Tratado do Eliseu, com novos objetivos e formas de cooperação para aproximar os dois países.

"Fazemos isso para unir ainda mais os cidadãos dos nossos países e para dar um novo impulso a toda a Europa unida, para torná-la ainda mais forte", enfatizou o chanceler.

Macron apelou aos jovens de ambos os países para "descobrirem" os vizinhos, serem curiosos e participarem da consulta pública, que será lançada na primavera.

O Presidente francês referia-se ao projeto, lançado por si próprio em setembro e cujo método o Presidente do Conselho Europeu terá ficado de definir esta primavera, de pôr os cidadãos da UE a debater uma refundação da união.

O vídeo termina com um: "viva a amizade franco-alemã", dito em alemão por Macron e em francês por Merkel.

Os dois líderes reuniram-se na sexta-feira, em Paris, onde concordaram que as reformas profundas de que a Europa precisa e que ambos querem levar a cabo, dependem, no curto prazo, dos social-democratas alemães (SPD), que decidem hoje em congresso extraordinário se negoceiam uma nova grande coligação liderada pela política conservadora.

"Desejamos uma Europa mais unida, mais eficaz, mais protetora e mais democrática, que se afirme no mundo e que defenda os seus valores", disse Macron, num vídeo divulgado por ambos os governos, acompanhado por uma declaração assinada pelos dois líderes no dia em que se assinalam 55 anos do acordo de amizade assinado entre os dois países, segundo a agência de notícias espanhola EFE.

Na mensagem comum, Macron e Merkel comprometem-se a aprofundar a integração económica dos dois países, a fomentar as relações das sociedades civis e a promover a cooperação em matéria de política externa, defesa, segurança e desenvolvimento, além de reiterarem o compromisso com o Acordo de Paris relativo às alterações climáticas.

Macron e Merkel apostam ainda em trabalharem em conjunto contra o terrorismo internacional, a fortalecerem a colaboração dos seus serviços policiais e de inteligência, a defenderem uma política de desenvolvimento para a África e a procurarem "respostas europeias ao desafio da imigração descontrolada", respeitando o direito de asilo.

No vídeo, gravado na mesma sala do Eliseu onde, há 55 anos, o presidente francês Charles de Gaulle e o chanceler alemão Konrad Adenauer assinaram o tratado de amizade franco-alemão, ambos destacaram a amizade entre os dois países, comprometendo-se a reforçá-la.

Merkel lembra o valor de De Gaulle e de Adenauer ao apostar na reconciliação após o "horror" da Segunda Guerra Mundial que, como com o Tratado do Eliseu, colocou cidadãos franceses e alemães no caminho de um futuro conjunto.

Segundo a chanceler alemã, “o mundo muda rapidamente, económica e tecnologicamente, e surgem novas incertezas”, como as alterações climáticas, que representam desafios comuns.

"Juntos enfrentaremos esses desafios, com a intensidade do diálogo das nossas nações, dando juntos à Europa um novo impulso", afirmou Macron.

Como "amigos no coração da Europa e no âmbito do espírito europeu", Merkel acrescentou que, Berlim e Paris irão fechar este ano um novo Tratado do Eliseu, com novos objetivos e formas de cooperação para aproximar os dois países.

"Fazemos isso para unir ainda mais os cidadãos dos nossos países e para dar um novo impulso a toda a Europa unida, para torná-la ainda mais forte", enfatizou o chanceler.

Macron apelou aos jovens de ambos os países para "descobrirem" os vizinhos, serem curiosos e participarem da consulta pública, que será lançada na primavera.

O Presidente francês referia-se ao projeto, lançado por si próprio em setembro e cujo método o Presidente do Conselho Europeu terá ficado de definir esta primavera, de pôr os cidadãos da UE a debater uma refundação da união.

O vídeo termina com um: "viva a amizade franco-alemã", dito em alemão por Macron e em francês por Merkel.

Os dois líderes reuniram-se na sexta-feira, em Paris, onde concordaram que as reformas profundas de que a Europa precisa e que ambos querem levar a cabo, dependem, no curto prazo, dos social-democratas alemães (SPD), que decidem hoje em congresso extraordinário se negoceiam uma nova grande coligação liderada pela política conservadora.




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mais votado Anónimo 21.01.2018

Portugal é uma economia que se foca exageradamente no sindicalismo e esquece por completo a boa gestão de recursos humanos, que teria que estar associada a um mercado laboral flexível, a um mercado de capitais forte e dinâmico, e a um Estado Social equilibrado e eficaz. Por isso tem vivido de resgate em resgate, fundo europeu em fundo europeu e com polícias, bombeiros, hospitais e escolas mal equipadas, cheias de infraestruturas decrepitas e material obsoleto dignos de países do Terceiro Mundo ou de há 40 anos atrás. Temos assim um país cada vez mais selvagem e barato, no pior sentido dos termos.

comentários mais recentes
Anónimo 21.01.2018

Vamos a ver se a torre de BABEL se nao vota a desintegrar, comoe tradicao.

Anónimo 21.01.2018

Portugal é uma economia que se foca exageradamente no sindicalismo e esquece por completo a boa gestão de recursos humanos, que teria que estar associada a um mercado laboral flexível, a um mercado de capitais forte e dinâmico, e a um Estado Social equilibrado e eficaz. Por isso tem vivido de resgate em resgate, fundo europeu em fundo europeu e com polícias, bombeiros, hospitais e escolas mal equipadas, cheias de infraestruturas decrepitas e material obsoleto dignos de países do Terceiro Mundo ou de há 40 anos atrás. Temos assim um país cada vez mais selvagem e barato, no pior sentido dos termos.

Anónimo 21.01.2018

Hoje em dia a UE já faz transferências e concede ajudas e financiamentos aos Estados-Membros menos ricos e desenvolvidos. No futuro, com uma UE federal com um orçamento maior e mais competências políticas a nível federal, mais direitos (como mais transferências para os Estados e economias que têm menos, e mais e melhor cidadania europeia) implicarão ainda mais deveres (como reformas adequadas feitas na íntegra e de forma atempada) para cada Estado-Membro. Esses deveres, tantas vezes referidos por instituições como a Comissão Europeia, o FMI e a OCDE de forma quase informal e geralmente inconsequente, hoje em dia não são cumpridos. Com uma UE federal existirão meios e ferramentas para que as reformas, os deveres, avancem no seu tempo e Estados-Membros como Portugal e a Grécia não se desleixem e atrasem tanto por força dos seus políticos eleitoralistas mais irresponsáveis, dos seus sindicalistas chantagistas mais fundamentalistas e dos seus banqueiros criminosos mais extorsionários.

Anónimo 21.01.2018

Convém não esquecer que o resgate externo ao excedentarismo e sobrepagamento na banca e no sector público (contribuinte)-dependente em sentido estrito, foi facultado sob condição de se fazerem urgentes e necessárias reformas em termos de mercado de bens e serviços e de factores, incluindo o de capital e o laboral, de modo a que uma correcta e adequada política de gestão de recursos humanos nas organizações portuguesas passasse a ser a norma e não a excepção. Mas para que tal aconteça, toda a corrupção e tráfico de influências que sustentam e alimentam o status quo íniquo e insustentável terão de ser combatidas eficazmente. Caso contrário não sobra dinheiro, nem a crédito, para se investir em Portugal nos muito necessários bens de capital.

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