Autarquias Manuel Machado: Autarquias também devem passar os precários para os quadros

Manuel Machado: Autarquias também devem passar os precários para os quadros

O Governo dispensou as autarquias da obrigação de regularizarem os trabalhadores com vínculos precários. Mas para o presidente da ANMP, os municípios devem proceder exactamente da mesma forma, atribuindo vínculos permanentes a esses funcionários.
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Bruno Simões Rosário Lira 12 de fevereiro de 2017 às 12:00

Manuel Machado defende que as autarquias devem seguir o exemplo do Estado central e colocar nos quadros os funcionários que tenham ao serviço com vínculos precários. O presidente da Associação Nacional de Municípios considera que não deve existir diferenciação entre a administração central e a local. "Num Estado de Direito as regras devem ser iguais", defende.

 

O Governo divulgou esta semana o relatório que faz o levantamento da precariedade que existe no Estado. Na contabilização surgem os casos detectados nas administrações local e regional, mas nenhuma destas será obrigada a implementar um programa de regularização de trabalhadores com vínculos precários, que será exclusivo da administração central e do Sector Empresarial do Estado, tal como escreveu o Negócios.

 

No relatório, o Governo identificou cerca de cinco mil funcionários autárquicos com contrato a termo, 5.772 pessoas a recibos verdes e 12.738 desempregados que estão na modalidade de contrato emprego-inserção. No total, as autarquias empregavam 107.613 funcionários.

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comentários mais recentes
Anónimo 12.02.2017

Este sr precisava de ir para o privado para aprender umas coisas, pois assim já não vinha para aqui dizer disparates.

surpreso 12.02.2017

Vocês acham que os credores são estúpidos?

Querem é tacho 12.02.2017

A efectividade é o maior mal de uma empresa, pois tem de manter pessoas inadequadas ao seu desenvolvimento. É uma das principais causas de falta de dedicação, inovação e consequente atraso do país. Tal como na politica são sempre os mesmos limitados mentais e oportunistas.

Anónimo 12.02.2017

Ninguém devia de ser efectivo onde quer que seja. Trabalhei mais de 10 anos como efectivo firma abriu falência e ficaram-me com meses de salário, nunca mais quis ser efectivo e nunca me faltou trabalho, um bom profissional não precisa de ser efectivo. Ninguém deve de ser obrigado a suportar o outro.

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