Autarquias Mapa: O que fazem as câmaras para garantir a limpeza da floresta?

Mapa: O que fazem as câmaras para garantir a limpeza da floresta?

Veja as respostas de 18 municípios.




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mais votado Anónimo 22.08.2017

Nas bermas da rede viária e junto a outros espaços públicos frequentados, obviamente que deve existir uma acção por parte das autarquias. Se a folha salarial estiver pressionada pelo excedentarismo reinante, é também evidente que essa limpeza preventiva que salva efectivamente vidas, não se poderá fazer porque não existirá orçamento para comprar ou alugar máquinas e/ou horas de trabalho especializado em regime de outsourcing.

comentários mais recentes
Acabem com os negócios dos incêndios 22.08.2017

Nacionalizar incêndios para apagar fogos,tirem o negócio aos mercenário dos isqueiros que fazem terrorismo de terra queimada,

Tentando Perceber 22.08.2017

Minha Gente Portuguesa, vamos acabar com os Incêndios ?1º Sanear todas as Equipas Autárquicas que tenha tido Incêndios nas Autarquias, depois :
Tem de ser o Cidadão a Resolver o Problema. Vejo diariamente Presidentes de Câmaras a chamar estúpidos aos Portugueses, não vejo nenhum Autarca a pedir

antonio 22.08.2017

Faz varios anos que escrevi para a CM Proença, Assoc Comercial Industrial a pedir que nós proprietarios ausentes nos associassemos e se criasse uma esquipa de limpeza das matas a trabalhar permanentemente e que geria até a madeira, lenha e coberto florestal, apresentando contas a cada proprietario .

Anónimo 22.08.2017

Pouco. De 2011 a 2015, a função pública perdeu 69064 pessoas das 100 mil identificadas como colaboradores excedentários, uma redução de 9%. Não houve despedimentos. Não se fez gestão de recursos humanos porque a lei e os tribunais não deixaram. Ofereceram-se reformas antecipadas, saídas voluntárias com indemnização segundo a lei em vigor, licenças sem vencimento, mas não se pôde despedir excedentários onde eles existiam. Foi um processo caro e ineficiente porque gestão de recursos humanos implica que quem fica e quem é convidado a sair seja escolhido com base em critérios rigorosos bem definidos que vão ao encontro das necessidades e expectativas do empregador de acordo com a sua missão, visão e real propósito que não é seguramente empregar colaboradores. Foi o que se conseguiu numa jurisdição, cultura e sociedade como a portuguesa. Contudo, de lá para cá esse número tem vindo a reduzir-se. A este ritmo, no final das legislaturas socialistas o saldo será positivo tendo por base 2011.

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