Economia Marcelo diz que saída do lixo vai permitir “menos sacrifícios para os portugueses” em 2018

Marcelo diz que saída do lixo vai permitir “menos sacrifícios para os portugueses” em 2018

O Presidente da República afirmou este sábado que Portugal vive "uma hora de alegria", depois da saída da dívida pública da classificação de "lixo", mas avisou que é "preciso continuar o esforço" e "consolidar a conquista" dos últimos anos.
Marcelo diz que saída do lixo vai permitir “menos sacrifícios para os portugueses” em 2018
Negócios com Lusa 16 de dezembro de 2017 às 15:02

À margem de uma visita ao Presépio Vivo de Priscos, em Braga, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que o "problema" da dívida "está a ser resolvido" e que a melhoria da classificação da divida pela agência de notação financeira Fitch vai implicar "menos sacrifícios para os portugueses" em 2018.

 

Na sexta-feira, a Fitch retirou Portugal do 'lixo' melhorando em dois patamares a notação atribuída à dívida pública portuguesa, de 'BB+' para 'BBB', o segundo nível da categoria de investimento, com perspectiva estável.

 

"Neste momento a hora é uma hora de alegria. Quando olhamos para o ano que vem e pensando no ano que vem e nos seguintes, é preciso continuar este esforço", avisou o chefe de Estado.

 

Marcelo Rebelo de Sousa pegou no exemplo do presépio de Priscos, que considerou "espectacular" e "impressionante" para alertar para o que é necessário fazer no futuro. 

 

"É um pouco como no caso deste presépio que é o que é porque é um trabalho de 12 anos. Também nós como país precisamos de consolidar, ano após ano, aquilo que foi a conquista destes últimos anos", disse.

 

O chefe de Estado mostrou-se também confiante em relação ao futuro e à evolução da dívida pública.

 

"É um problema que está a ser resolvido, que vai diminuindo com o tempo. Olhando para o lado positivo das coisas, de facto o que sucedeu foi muito positivo", salientou.

 

Isto porque, enumerou, a saída da classificação do 'lixo' "vai permitir precisamente no futuro melhorar a situação de todos porque vai permitir, por um lado, diminuir o custo da divida que [os portugueses] têm nos ombros, vai permitir diminuir a divida" e, explanou, significa que o país "vai chegar ao fim do ano com menos divida, com juros muito mais baixos, com menos sacrifício para os portugueses".

 

Questionado ainda sobre a reconstrução das casas afectadas pelos incêndios em Pedrógão Grande, na zona Centro, Marcelo Rebelo de Sousa escusou-se a comentar, realçando que só o fará "com os pés assentes na terra e vendo o que se passa".

 

Sobre com quem se irá sentar à mesa para a consoada e alertado que o primeiro-ministro não foi convidado para passar a noite de Natal em Pedrógão Grande, o chefe de Estado deixou, entre sorrisos, outra garantia.

 

"É impossível criarem qualquer problema à solidariedade institucional", disse.




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mais votado Anónimo 16.12.2017

Convém não esquecer que o resgate externo ao excedentarismo e sobrepagamento na banca e no sector público (contribuinte)-dependente em sentido estrito, foi facultado sob condição de se fazerem urgentes e necessárias reformas em termos de mercado de bens e serviços e de factores, incluindo o de capital e o laboral, de modo a que uma correcta e adequada política de gestão de recursos humanos nas organizações portuguesas passasse a ser a norma e não a excepção. Mas para que tal aconteça, toda a corrupção e tráfico de influências que sustentam e alimentam o status quo íniquo e insustentável terão de ser combatidas eficazmente. Caso contrário não sobra dinheiro, nem a crédito, para se investir em Portugal nos muito necessários bens de capital.

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eduardo dos santosds Há 2 semanas

L I X O a saída de Portugal do chamado lixo ainda não aconteceu, est sim a deslizar ligeiramente para outro patamar menos penalizante---isso foi mérito do gov anterior, não deste.--Quero lembrar que o actual gov parece não querer saber das reformas q temos de fazer .

Observador 17.12.2017

Marcelo é como o CUCO .... espera no ninho que venha o casal que lhe dê de comer ( manda os filhos do casal para fora do ninho) depois é CONVIDADO PELO O TRABALHO DO ARRANJO DE CASAS ....

Anónimo 17.12.2017

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Anónimo 16.12.2017

Convém não esquecer que o resgate externo ao excedentarismo e sobrepagamento na banca e no sector público (contribuinte)-dependente em sentido estrito, foi facultado sob condição de se fazerem urgentes e necessárias reformas em termos de mercado de bens e serviços e de factores, incluindo o de capital e o laboral, de modo a que uma correcta e adequada política de gestão de recursos humanos nas organizações portuguesas passasse a ser a norma e não a excepção. Mas para que tal aconteça, toda a corrupção e tráfico de influências que sustentam e alimentam o status quo íniquo e insustentável terão de ser combatidas eficazmente. Caso contrário não sobra dinheiro, nem a crédito, para se investir em Portugal nos muito necessários bens de capital.

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