Saúde Marcelo diz ter sido informado de que já não há sinais de legionella

Marcelo diz ter sido informado de que já não há sinais de legionella

O Presidente da República disse hoje ter sido informado pelo ministro da Saúde de que, segundo as últimas análises, "neste momento, não há traços ou sinais da existência de 'legionella'" no Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa.
Marcelo diz ter sido informado de que já não há sinais de legionella
Lusa 07 de novembro de 2017 às 19:17

Marcelo Rebelo de Sousa, que falava aos jornalistas após a inauguração das novas instalações do Colégio Mira Rio, em Lisboa, considerou que houve "uma acção atempada da unidade hospitalar e do serviço de saúde" e adiantou que, se precisasse, iria sem problema às urgências do Hospital São Francisco Xavier.

 

Questionado se pensa que foi feito tudo o que era preciso, face à contaminação registada naquele hospital público, que já provocou duas mortes, e se os portugueses podem estar descansados, o chefe de Estado respondeu: "Daquilo que eu sei, e soube há pouco pelo senhor ministro da Saúde, as últimas análises que foram feitas dão negativas".

 

O Presidente da República disse que, de acordo com essa informação, "depois do que houve de tratamento da água, por iniciativa, aliás, da própria unidade hospitalar, neste momento, não há traços ou sinais da existência de 'legionella'" naquela unidade hospitalar.

 

"Portanto, nesta altura, olhando para os modelos matemáticos que se utilizam, quando já não há sinais de existência de 'legionella' e quando está a terminar o período de incubação, isso permite prever que não haja, em princípio, um crescimento significativo do número de casos. Esta é a posição que me foi transmitida pelo senhor ministro da Saúde e que penso que a senhora directora-geral da Saúde também já transmitiu ou irá transmitir aos portugueses", acrescentou.




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Anónimo Há 1 semana

É resultado de Portugal ter atingido o nível mais baixo de investimento público em percentagem do PIB desde 1960, numa altura em que tão grandes transformações nas sociedades, assentes no capital com elevada incorporação de tecnologia que poupa grandemente em factor trabalho elevando a produtividade, a competitividade, a eficiência e a economia de produtos, tarefas e processos, se está a dar em toda a parte. A assinatura de mais este triste descalabro que resulta da protecção cega e desmedida ao flagelo do excedentarismo sindicalizado de carreira, nos bancos, na administração pública e no capitalismo subsidiado e protegido de compadrio, claro está, é a do PS e da sua geringonça das esquerdas unidas.

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