Política Marcelo: É tempo de "arregaçar as mangas" e reforçar compromisso com os cidadãos

Marcelo: É tempo de "arregaçar as mangas" e reforçar compromisso com os cidadãos

O Presidente da República considerou hoje que a "solidariedade institucional" entre os vários órgãos de poder passa por estabelecer um "compromisso com os portugueses" e o tempo actual é de "arregaçar as mangas" e trabalhar para reforçar esse compromisso.
Marcelo: É tempo de "arregaçar as mangas" e reforçar compromisso com os cidadãos
Lusa 30 de outubro de 2017 às 14:35

"A solidariedade institucional é mais do que franqueza, lealdade, informação, colaboração, entre níveis diferentes de poder e com responsabilidades diferentes. É até mais do que empatia ou amizade. Tudo isso existe, existiu e vai existir, mas a solidariedade institucional é, sobretudo, um compromisso com os portugueses", defendeu Marcelo Rebelo de Sousa.

 

O chefe de Estado falava em Lisboa, à margem do XX Seminário Nacional do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, referindo-se às relações entre os órgãos institucionais, nomeadamente com o primeiro-ministro, António Costa, após os incêndios recentes no país.

 

"Neste momento em que todos já reconhecemos erros e fracassos" na gestão dessa matéria, sublinhou o chefe de Estado, o tempo é de "arregaçar as mangas e trabalhar".

 

"Temos sete meses até ao próximo verão, menos de dois anos até ao fim da legislatura. E, portanto, é dar vida à solidariedade institucional ao serviço do mais importante, que é ao serviço dos portugueses", disse.

 

A solidariedade institucional, insistiu o Presidente da República, "serve para ir ao encontro do que os portugueses sentem e necessitam" e "só cumpre a sua missão se não descolar dos portugueses".

 

O primeiro-ministro afirmou, no domingo, que o Governo está totalmente empenhado em manter uma boa cooperação institucional com o Presidente da República e considerou que seria "uma enorme perda para o país" se essa relação fosse prejudicada.

 

Em entrevista à TVI, António Costa foi questionado repetidamente sobre a comunicação ao país do Presidente da República na sequência dos incêndios deste mês, mas escusou-se a responder se sentiu deslealdade, traição ou choque face a esse discurso.

 

"Um dos bons contributos que o primeiro-ministro deve dar para um bom relacionamento institucional do Presidente da República é não comentar a actividade do Presidente da República", declarou, perante uma dessas perguntas.

 

António Costa alegou, em seguida, que "aos cidadãos o que interessa é que o primeiro-ministro tenha com o Presidente da República uma relação franca, leal, de cooperação institucional, que tem sido muito saudável para o país, e que seria uma enorme perda para o país que fosse prejudicada".

 

"O país já tem um excesso de problemas para acrescentar os problemas institucionais ao que já existe. Já chega o que há", reforçou, mais à frente.

 

Interrogado sobre um eventual clima de crispação entre o executivo e o chefe de Estado, António Costa rejeitou qualquer contributo seu nesse sentido: "Da minha parte, não há crispação nenhuma".




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mais votado Anónimo Há 3 semanas

MORTES NO FUNCHAL

E OS 13 QUE MORRERAM NO FUNCHAL DEBAIXO DA ARVORES?
JÁ NINGUÉM SE LEMBRA?
NEM O PR?
O TERRENO ERA OU NÃO ERA DA IGREJA?
COMO NÃO PODEM CULPAR O COSTA, CALAM-SE!

comentários mais recentes
pertinaz Há 3 semanas

ESTUPOR DO COSTA MUITO PROVAVELMENTE TAMBÉM VAI SER RESPONSABILIZADO PELAS MORTES NO FUNCHAL...!!!

MARCELO MANOBRA PARA DAR UMA MÃO AO SEU PSD COM RI Há 3 semanas

Caro "eleitor", mas tens ainda algumas dúvidas de que MARCELO DEIXOU CAIR A MÁSCARA e os beijinhos não são mais do que campanha eleitoral camuflada que ele tem andado a fazer ?
Senão repara : a encenação hipócrita que o tipo mantinha para com o Dr. Costa mudou logo que Passos anunciou a saída.

eleitor Há 3 semanas

Com as suas "linhas" estará o Sr. Presidente a alinhavar algo para o Sr. Santana, Rio ou outro do seu Partido ????............ Nota-se que está a usar o tom de pré campanha eleitoral !.......... IMPARCIALMENTE ..Claro !

E AS 13 MORTES, NA MADEIRA, EM TERRENO DA IGREJA ? Há 3 semanas

É muitíssimo pertinente a chamada de atenção, por um comentador, da desgraça que ocorreu, na Madeira, com 13 mortos, em queda de árvore, EM TERRENO QUE PERTENCE E ESTÁ SOB A TUTELA DA IGREJA.
Claro !
Do MARCELO, como beato católico que é, dos que engole a hóstia, semanalmente, nada se ouviu.

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