Economia Marcelo espera que concertação social debata outras questões além do salário mínimo

Marcelo espera que concertação social debata outras questões além do salário mínimo

  O Presidente da República disse esperar que, na reunião de hoje, os parceiros sociais discutam questões como legislação laboral ou rendimentos dos trabalhadores, além da fixação do salário mínimo para 2017.
Marcelo espera que concertação social debata outras questões além do salário mínimo
Bruno Simão
Lusa 19 de dezembro de 2016 às 14:21

Além da fixação do salário mínimo, "numa concertação social, importa a parte dos rendimentos, a parte fiscal, da Segurança Social, a formação profissional, a legislação laboral. Há um conjunto de componentes que tem a ver com o quadro social", afirmou hoje Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, no concelho de Torres Vedras.

 

Para o chefe de Estado, "um acordo de concertação social a médio prazo é importante para o país".

 

Sobre os resultados do diálogo mantido entre Governo e os lesados do BES, cujos resultados vão ser hoje conhecidos, o Presidente da República disse que "espera para ver", remetendo para mais tarde uma eventual posição.

 

Marcelo Rebelo de Sousa falava à margem de uma visita ao Centro de Apoio Social de Runa, um lar residencial de familiares de antigos militares das Forças Armadas no concelho de Torres Vedras.

 

O Presidente da República explicou que se tratou de uma "visita simbólica", que retrata a "sintonia com o Governo" em matéria de Defesa, cujo ministro da tutela também esteve presente.

 


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mais votado Anónimo 19.12.2016


Ladrões PS - PCP - BE - e seus apoiantes - ROUBAM OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO

400 milhões de Euros para aumentar as pensões baixas, são migalhas em comparação com...

os mais de 4600 milhões de euros que o Estado vai injetar, em 2017 (e injeta todos anos) através de transferências diretas do Orçamento do Estado (ou seja, com dinheiro pago em impostos pelos restantes portugueses) para assegurar o financiamento do buraco anual das pensões dos FP-CGA.

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Anónimo 19.12.2016


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400 milhões de Euros para aumentar as pensões baixas, são migalhas em comparação com...

os mais de 4600 milhões de euros que o Estado vai injetar, em 2017 (e injeta todos anos) através de transferências diretas do Orçamento do Estado (ou seja, com dinheiro pago em impostos pelos restantes portugueses) para assegurar o financiamento do buraco anual das pensões dos FP-CGA.

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