Defesa Marcelo: "Forças Armadas são um pilar insubstituível da nação"

Marcelo: "Forças Armadas são um pilar insubstituível da nação"

O Presidente da República enalteceu o papel das Forças Armadas numa altura em que o sector da Defesa está sob pressão devido ao roubo de material militar da base de Tancos.
Marcelo: "Forças Armadas são um pilar insubstituível da nação"
Pedro Catarino /Correio da Manhã
Marta Moitinho Oliveira 05 de julho de 2017 às 17:11

O Presidente da República enalteceu esta quarta-feira o papel das Forças Armadas numa altura em que o sector da Defesa está debaixo de fogo depois de ser tornado público a 29 de Junho o assalto aos Paióis Nacionais de Tancos.

"As Forças Armadas são um pilar insubstituível da nação", disse Marcelo Rebelo de Sousa, em Coimbra, durante uma cerimónia. O também comandante supremo das Forças Armadas participava na cerimónia militar de recepção do 1.º Batalhão de Infantaria Mecanizado de Rodas (Força Nacional Destacada/Kosovo Force) e Encerramento do Teatro de Operações do Kosovo. 

Ao lado de Marcelo estava também o ministro da Defesa, José Azeredo Lopes, com quem esteve na terça-feira em Tancos - a primeira visita depois do roubo de material militar e de onde saiu afirmando ter sido uma visita "muito útil em termos informativos". 

Na mesma cerimónia, o chefe de Estado defendeu que a identidade de Portugal está "intimamente" ligada às Forças Armadas e que estas têm "capacidade para dar resposta resposta aos desafios destes tempos", estando também sempre prontas a actuar.

Marcelo disse existir uma "crescente atenção e o consistente apoio do Estado para que [as Forças Armadas] se encontrem sempre em condições de cumprir a sua missão com prestígio, respeito de eficácia". 




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mais votado Anónimo 05.07.2017

Marcelo já se definiu há muito tempo. O que ele quer são votos, likes e dar palmadinhas nas costas. O excedentarismo dá-lhe votos, as pensões de reforma que dão tudo hoje e nada amanhã dão-lhe likes e as palmadinhas nas costas dos pobrezinhos e esquecidos é o que melhor sabe fazer sem contudo solucionar de modo inteligente, justo e sustentável o que quer que seja.

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Anónimo 05.07.2017

É preciso alertar a sociedade e educar os políticos portugueses mais distraídos para os perigos e falácias subjacentes ao pensamento único eleitoralista que não se apercebe que distribuir salários e benefícios a privados que não passem pelo crivo regulador e orientador das forças de mercado é tão mau para a sustentabilidade do Estado, incluindo o Estado de Bem-Estar Social, a competitividade da economia e o nível de equidade na sociedade, como distribuir subsídios e adjudicações a privados obedecendo à mesma lógica discricionária, e vice-versa. Sindicalismo selvagem de compadrio e capitalismo selvagem de compadrio são uma e a mesma coisa e encerram em si as sementes do mesmo mal cujos frutos são pobreza, subdesenvolvimento, injustiças e insustentabilidade que transformam aquilo que poderia ser um luxuriante e frondoso pomar numa tenebrosa mata de dependência e crise.

Anónimo 05.07.2017

Em comparação com Marcelo e o seu governo das esquerdas unidas, Obama foi um fanático ultra neoliberal. As pessoas mais desatentas ou distraídas deviam ter consciência disto. Cabe a órgãos de comunicação social como o Jornal de Negócios, de forma pedagógica, a facilitação dessa informação verídica e oportuna à luz dos desafios que Portugal e os portugueses enfrentam e dos quais muitos nem se apercebem. Foi lamentável o que aconteceu em Pedrógão Grande e em Tancos por causa do investimento público ter sido cortado pelo governo socialista para o nível mais reduzido desde 1960 para equilibrar contas públicas pressionadas pela patologicamente extensa e criminosamente hiperinflacionada folha salarial e de pensões do Estado. "Job shifts under Obama: Fewer government workers, more caregivers, servers and temps" www.pewresearch.org/fact-tank/2015/01/14/job-shifts-under-obama-fewer-government-workers-more-caregivers-servers-and-temps/

Anónimo 05.07.2017

Marcelo já se definiu há muito tempo. O que ele quer são votos, likes e dar palmadinhas nas costas. O excedentarismo dá-lhe votos, as pensões de reforma que dão tudo hoje e nada amanhã dão-lhe likes e as palmadinhas nas costas dos pobrezinhos e esquecidos é o que melhor sabe fazer sem contudo solucionar de modo inteligente, justo e sustentável o que quer que seja.

Anónimo 05.07.2017

A corrupção nas formas amadas é endémica. Sempre ouvi falar que às forças armadas nada se vende sem "luvas".
Há quem diga que o caso agora noticiado da Força Aérea é uma ninharia comparado com outros bem mais substanciais.

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