Orçamento do Estado Marcelo não prevê problemas com Bruxelas em relação ao orçamento

Marcelo não prevê problemas com Bruxelas em relação ao orçamento

O Presidente da República mostra-se confiante de que, "se o cenário económico for o mesmo", seja possível chegar a um défice que seja próximo de 1% "e portanto melhor do que aquele para que aponta agora a União Europeia".
Marcelo não prevê problemas com Bruxelas em relação ao orçamento
Lusa 09 de novembro de 2017 às 19:03
Em declarações à agência Lusa à chegada para a apresentação do novo livro de Diogo Freitas do Amaral, que decorre em Lisboa, o chefe de Estado foi questionado sobre as previsões hoje conhecidas da Comissão Europeia, que melhorou as projecções do défice de Portugal para 1,4% em 2017, mas avisou que redução é "sobretudo cíclica", e também melhorou as previsões de crescimento da economia portuguesa.

"Não prevejo problemas em relação ao Orçamento com a União Europeia", assegurou.

Por um lado, de acordo com Marcelo Rebelo de Sousa, "a previsão em relação ao crescimento é claramente acima do que tinha sido a previsão anterior e até acima da previsão do Governo".

"Naquilo que respeita ao défice orçamental, é acima, e portanto menos bom do que o défice para o ano apontado pelo Governo no orçamento (1%)", começou por responder.

No entanto, continuou o Presidente da República, a experiência tem "mostrado que se o cenário económico for o mesmo - e até agora não há razões para acreditar que não seja o mesmo, com uma ligeira desaceleração - que não seja possível chegar a um défice que seja próximo de 1% e portanto melhor do que aquele para que aponta agora a União Europeia".

Questionado sobre se ficou preocupado com os avisos de Bruxelas de que redução do défice é sobretudo cíclica, Marcelo Rebelo de Sousa foi peremptório em responder que não, uma vez que "é verdade que a conjuntura tem sido favorável, mas isso para todos os países".

"Aquilo que pode haver de chamada de atenção relativamente à rigidez orçamental, eu penso que o Governo tem a noção disso, a Assembleia da República tem a noção disso e tem a noção de que uma coisa é a situação num ano como o ano de 2017 ou eventualmente 2018 e outra realidade será numa conjuntura económica menos favorável", indicou.

Para o chefe de Estado, se isso acontecer, "é inevitável que o orçamento tenha de se ajustar a essa nova realidade".



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mais votado Anónimo Há 1 semana

o prof anda esquecido dos mortos do funchal? (13)

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Ricardo Há 1 semana

Simples. Marcelo como presidente tem o condão de explicar as coisa de maneira simples. Por agora está tudo a correr bem (presente) se as coisa lá mais para a frente (futuro) se alterarem para o orçamento terá que se ajustar. Nada mais simples. Uma coisa importante: só conseguimos viver o presente.

Anónimo Há 1 semana

o prof anda esquecido dos mortos do funchal? (13)

General Ciresp Há 1 semana

Foi dito q a gerigonca tinha perdido o porta-voz,pelos visto foi engano.Este selfie e mesmo so "POLVORA COMO O TEMPO"seca extrema.Era tao bom q daqui para a frente nao desse mais encargos ha gerigonca,antes verificar o q eles fizeram do q lhes foi exigido.Dar arrotos para o ar,dou-os por baixos.

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