Finanças Públicas Marcelo: “tudo parece indicar que o valor previsto para o défice vai ser cumprido”

Marcelo: “tudo parece indicar que o valor previsto para o défice vai ser cumprido”

O Presidente da República partilha a confiança manifestada pelo ministro das Finanças sobre o cumprimento do objectivo para o saldo orçamental em 2017.
Marcelo: “tudo parece indicar que o valor previsto para o défice vai ser cumprido”
Cofina Media
Lusa 26 de agosto de 2017 às 20:58
O Presidente da República disse hoje que "tudo parece indicar que o valor previsto para o défice vai ser cumprido no final do ano", realçando que a subida de receitas é uma boa notícia para o país.

"Nem é tanto a redução do défice [que é uma boa notícia], é o facto dos números da execução orçamental até julho darem uma subida de receitas, que vem confirmar a minha leitura", disse à Lusa, explicando que a sua leitura "era a de que houve uma antecipação de reembolsos em matéria de IRS a pensar naturalmente na situação dos portugueses e na necessidade dos portugueses".


O chefe de Estado falava aos jornalistas em Vilar Formoso, Almeida, no distrito da Guarda, à margem da inauguração do Polo Museológico "Vilar Formoso Fronteira da Paz - Memorial aos Refugiados e ao Cônsul Aristides de Sousa Mendes", construído junto da estação de caminho-de-ferro de Vilar Formoso.


"Agora o faseamento dos reembolsos explica porque é que há uma subida de receitas em particular do IRS. E, portanto, tudo parece indicar que o valor previsto para o défice vai ser cumprido no final do ano", concluiu Marcelo Rebelo de Sousa.


O défice totalizou 3.763 milhões de euros até julho, um recuo de 1.153 milhões de euros face a 2016, graças ao aumento "expressivo" da receita de 3,2% e de uma "estabilização" da despesa, segundo as Finanças.

Numa nota à imprensa que antecipa a divulgação pela Direção-Geral de Orçamento (DGO), o gabinete tutelado por Mário Centeno realçou que a "execução [orçamental] até julho permite antecipar o cumprimento dos objetivos orçamentais de 2017". De acordo com o Ministério das Finanças, "a evolução do défice resultou do aumento expressivo da receita de 3,2% e de um acréscimo da despesa de 0,5%", e o "excedente primário ascendeu a 1.726 milhões de euros, aumentando 1.377 milhões de euros".

 




A sua opinião4
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo 27.08.2017

Para reflexão! Tenho reparado que a "escumalha" dos diversos partidos foram todos parar ao PS.

Sr. PR 27.08.2017

E a dívida que cresce 4% reparou neste facto? Ou também o escondeu debaixo do tapete como o seu Pm.
Já agora é inconveniente falar nisto? Ou também é considerado aproveitamento político?
E os 13 milhões dados pelos Tugas a Pedrógão já foram entregues a quem deles precisa? Pode-se perguntar?

Anónimo 26.08.2017

Durante 10 anos Portugal vai ficar bem entregue, a União Europeia vai ficar melhor e o Mundo será também melhor.

General Ciresp 26.08.2017

Tao bom na lingua,tao MARRETA na aritmetica,tao anjinho pela ignorancia que mostra.

pub