África Marcelo vai a Cabo Verde e faz visita inédita ao Senegal

Marcelo vai a Cabo Verde e faz visita inédita ao Senegal

Marcelo Rebelo de Sousa vai visitar Cabo Verde entre 8 e 12 de Abril, a convite do seu homólogo Jorge Fonseca. De lá parte para o Senegal, naquela que será a primeira visita de um chefe de Estado português a este país.
Marcelo vai a Cabo Verde e faz visita inédita ao Senegal
Lusa 17 de março de 2017 às 17:27

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vai visitar três ilhas de Cabo Verde, de 8 a 12 de Abril, seguindo depois para uma visita de Estado inédita ao Senegal, entre 12 e 13 do mesmo mês.

 

Estas duas visitas de Estado foram aprovadas pela Assembleia da República no início deste mês.

 

Segundo uma nota hoje divulgada pela Presidência da República, a visita de Marcelo Rebelo de Sousa a Cabo Verde realiza-se a convite do seu homólogo, Jorge Carlos Fonseca, e "tem lugar precisamente sete anos depois da última visita de Estado a este país", devendo o chefe de Estado "visitar as ilhas de Santiago, São Vicente e Fogo".

 

"Trata-se de uma visita com uma forte componente político-diplomática", em que será "dado particular relevo às componentes educativa e da investigação académica, áreas em que os dois países têm apostado fortemente no âmbito do seu relacionamento bilateral", e também estarão na agenda "as vertentes económica e de cooperação na área da defesa".

 

Quanto ao Senegal, a nota hoje divulgada refere que "a visita de Estado a convite do Presidente Macky Sall é considerada uma visita histórica, uma vez que se trata da primeira deslocação de um Presidente da República portuguesa àquele país da costa ocidental africana".

 

No mesmo comunicado, lê-se que "a Presidente da República visitará Dakar e a ilha de Gorée, local onde os portugueses chegaram no século XV, pretendendo simbolizar a relação histórica entre os dois países, mas também o potencial de crescimento existente em diversos domínios, começando desde logo pelo ensino da língua e cultura portuguesas".

 

A Presidência da República salienta que "no Senegal existem 46 mil alunos de português" e adianta que "os domínios político-institucional, cultural e económico farão igualmente parte do intenso programa desta visita de Estado".




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comentários mais recentes
pertinaz Há 1 semana

presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, afirmou este sábado que o encerramento de balcões da Caixa Geral de Depósitos (CGD) é de um "cinismo atroz" por parte dos socialistas, comunistas e bloquistas.

"No meu tempo, ele [banco] era público e essas agências existiam, porque é que agora têm de encerrar, agora que o banco tem de ser defendido como um banco público apoiado por comunistas, bloquistas e socialistas. Isto é de um cinismo atroz", disse, durante um almoço das mulheres sociais-democratas do distrito do Porto, realizado em Ermesinde.

Passos Coelho lembrou que o presidente da CGD veio dizer que, por causa do plano de restruturação, que não há "nenhuma razão" para que a Caixa tenha balcões em partes do território nacional onde os outros bancos não têm, questionando se o facto de a Caixa ser pública não pressupõe "até certo ponto" um nível de serviço público.

"Se a ideia é que não vale a pena estar onde os outros também não estão, como é que eles sustentam a ideia de que o banco deva ser público. Há de ser público porquê?", questionou.

O social-democrata entendeu que se o Estado Português quer ter um banco público não pode deixar de observar as regras da concorrência, mas daí a dizer que tem de funcionar como um banco privado "desautoriza" quem entende que ele deva ser público.

"A segunda coisa é como é que é possível que para manter o banco público haja uma emissão de obrigações perpétuas, ou seja, os privados vão comprar obrigações, que é como quem diz vão emprestar dinheiro à Caixa para sempre (...) se isto não é começar uma privatização da Caixa, o que seria", sustentou.

Pedro Passos Coelho ressalvou que "há qualquer coisa de errado neste processo de privatização" porque aqueles que vão emprestar dinheiro à Caixa vão receber um juro superior, um retorno maior do que aquele que o Estado Português lá vai meter.

"Como é que os bloquistas, socialistas e comunistas justificam que a caixa esteja a pagar mais dinheiro aos capitalistas pelo dinheiro que recebe emprestado do que ao Estado que põem lá dinheiro dos contribuintes", frisou.

Desta forma, o líder do PSD entendeu que "caiu a máscara da ilusão" porque aquilo que se diz não é aquilo que se faz, sublinhando que o Governo tem prestado um "mau serviço" a Portugal.

Conselheiro de Trump Há 1 semana

Olha se morres por la para teres um funeral cantado.Cabrao da medalhas a torto e a direito e quem tem direito a ela passa a reserva.Presidente de meia duzia de gatos pingados.

Anónimo Há 1 semana

Ainda não foi aos Açores que são Portugal no entanto vai dar um passeio a Cabo Verde! Este enganou-me e bem!

Conselheiro de Trump Há 1 semana

Ja agora vais ao Senegal a convite de...Parece ao anda ao despique com o d.branca a ver quem mais passeia a custa do povinho.

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