Economia Maria Manuel Leitão Marques: Descongelamento de carreiras custa 640 milhões em 2018

Maria Manuel Leitão Marques: Descongelamento de carreiras custa 640 milhões em 2018

Os funcionários públicos cujas carreiras vão ser descongeladas no início de 2018, só irão receber a totalidade do aumento correspondente a essa progressão no final de 2019. Em entrevista ao Negócios e à Antena 1, Maria Manuel Leitão marques explica como será feito o faseamento.
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A medida do descongelamento das carreiras terá em 2018 um impacto de 640 milhões de euros, "um grande esforço orçamental", afirma Maria Manuel Leitão Marques em entrevista ao Negócios e à Antena 1 a publicar na edição desta segunda-feira, 27 de Novembro, do Jornal de Negócios.

 

Os funcionários abrangidos – a ministra não diz quantos, mas garante que todos os que a ela tenham direito serão contemplados – terão acesso à totalidade do aumento correspondente a essa progressão no final de 2019. Isto porque o pagamento será feito de forma faseada: 25% do acréscimo remuneratório em Janeiro de 2018, 50% em  Setembro, 75% em Maio de 2019 até atingir os 100% por cento a 1 de Dezembro de 2019.

 

Apesar do descongelamento previsto, a ministra afirma que  não será necessário rever as carreiras e criar critérios que limitem as progressões. A revisão de carreiras na função pública não está nos horizontes desta legislatura, declara Maria Manuel Leitão Marques.




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mais votado Anónimo Há 2 semanas

Convém não esquecer que o resgate externo ao excedentarismo e sobrepagamento na banca e no sector público (contribuinte)-dependente em sentido estrito, foi facultado sob condição de se fazerem urgentes e necessárias reformas em termos de mercado de bens e serviços e de factores, incluindo o de capital e o laboral, de modo a que uma correcta e adequada política de gestão de recursos humanos nas organizações portuguesas passasse a ser a norma e não a excepção. Mas para que tal aconteça, toda a corrupção e tráfico de influências que sustentam e alimentam o status quo íniquo e insustentável terão de ser combatidas eficazmente. Caso contrário não sobra dinheiro, nem a crédito, para se investir em Portugal nos muito necessários bens de capital.

comentários mais recentes
Mr.Tuga Há 2 semanas

TODOS UNS CHULO*S !!!

pertinaz Há 2 semanas

O PROMETIDO É DEVIDO...

ESTA ESCUMALHA NÃO TEM EMENDA...!!!

Filhosenteados Há 2 semanas

Quem vai pagar este desvario?...pois é...o zé povinho! Este é umpaís com filhos e enteados. Função publica, campo fertil de sindicatos do PCP e privados que chucham no dedo e pagam impostos, emigram ou ficam no desemprego...e se querem receber subsidios em duodecimos...nao podem decidir! Vergonhoso!

Comentarios repetetivos Há 2 semanas

Ó ANONIMO, tu deves ser aquele que inunda o NEGOCIOS com os mesmos comentarios de há alguns anos a esta parte.Tens meia duzia de comentarios tipo e repete-los indefinidamente. Quando iniciamos a leitura já sabemos qual o conteudo e largamos o osso.Ocupas um espaço precioso e perdes tempo. Para quê ?

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