Economia Mariana Mazzucato: "A maior parte das PME não presta"
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

Mariana Mazzucato: "A maior parte das PME não presta"

Entre banqueiros centrais, Mariana Mazzucato, que também dirige o Instituto para a Inovação e Objectivos da University College London, colocou o Estado no centro do processo de crescimento e inovação.
Mariana Mazzucato: "A maior parte das PME não presta"
Miguel Baltazar
Rui Peres Jorge 05 de julho de 2017 às 00:01

"Para o Mario, O Estado como investidor de primeiro recurso, não apenas como credor de último recurso".

)

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião5
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo Há 2 semanas

Ela tem razão numa coisa, o Estado pode e deve canalizar fundos e recursos para que se inove e invista em novas ideias comercializáveis orientadas por e para o mercado. O fomento da inovação e do empreendedorismo, actividades que acarretam um determinado grau de risco, é, a par com o Estado de Bem-Estar Social e a segurança, uma das mais importantes funções dos Estados. Para isso é preciso cortar no criminoso e no supérfluo. Portugal só tem um Estado voltado para o criminoso e o supérfluo, que obviamente é frontalmente anti-mercado, por isso está na má situação em que se encontra.

comentários mais recentes
Camponio da beira Há 2 semanas

AbTecnofotma é que era uma empresa de sucesso e bem gerida.

Anónimo Há 2 semanas

Portugal precisa de investidores. Para isso necessita de flexibilizar as regras laborais e dinamizar o mercado de capitais doméstico. Depois, mais tarde, poderá vir a ter investidores activistas. A economia portuguesa insiste em ficar atascada na idade da pedra promovida por sindicatos e mais lóbis.

Anónimo Há 2 semanas

Compreendo o que ela quer dizer. O Estado em Portugal subsidia e resgata organizações empresariais que não prestam segundo a óptica de mercado. Isso deixa pouca margem de progressão para as ideias e negócios que eventualmente teriam capacidade para criar valor, manter-se e expandir-se de modo sustentável.

Anónimo Há 2 semanas

Ela tem razão numa coisa, o Estado pode e deve canalizar fundos e recursos para que se inove e invista em novas ideias comercializáveis orientadas por e para o mercado. O fomento da inovação e do empreendedorismo, actividades que acarretam um determinado grau de risco, é, a par com o Estado de Bem-Estar Social e a segurança, uma das mais importantes funções dos Estados. Para isso é preciso cortar no criminoso e no supérfluo. Portugal só tem um Estado voltado para o criminoso e o supérfluo, que obviamente é frontalmente anti-mercado, por isso está na má situação em que se encontra.

ver mais comentários
Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub
pub
pub
pub