Europa Mário Centeno ao comando da reforma do euro
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Mário Centeno ao comando da reforma do euro

O ministro das Finanças português começa amanhã o seu mandato de dois anos e meio à frente do Eurogrupo. Os planos de reforma da Zona Euro marcarão os primeiros meses, mas será convocado por vários desafios, com destaque para o fim do terceiro resgate grego.
Mário Centeno ao comando da reforma do euro
Yves Herman/Reuters
Rui Peres Jorge 11 de janeiro de 2018 às 22:30

Mário Centeno ocupa amanhã o lugar de Jeroen Dijsselbloem na liderança do Eurogrupo, o poderoso grupo de ministros das Finanas do Euro. Nas últimas semanas, o ministro português reforçou o gabinete de comunicaç)

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mais votado Ciifrão 12.01.2018

Dizer que o Centeno vai mandar muito no processo é um exagero, mentira se quisermos ser mais rigorosos. O Centeno vai secretariar as reuniões, uma espécie de porta voz do que for decidido no grupo. Quem manda é quem tem dinheiro e esses sabemos quem são. Como não podia deixar de ser.

comentários mais recentes
Anónimo 12.01.2018

O défice reduziu-se um pouco, mas onde o governo devia cortar, no despesimo com assalaridos desnecessários, não cortou. Isso pesa sobre o investimento público em importantes equipamentos e materiais vários em todo o sector público que devia servir os cidadãos em vez de se servir deles. https://www.dn.pt/portugal/interior/escolas-sem-dinheiro-para-aquecer-salas-e-renovar-material-9020588.html

Anónimo 12.01.2018

A ruína e atraso de Portugal, face aos seus congéneres europeus mais desenvolvidos e ricos, tem como base o facto de se ter criado em Portugal um sistema que, gradualmente, gerou duas seguranças sociais públicas. Uma oficial e outra oficiosa. A oficiosa é parte integrante não de um Estado de Bem-Estar Social legítimo mas antes de um Estado de Bem-Estar Salarial iníquo e insustentável para sindicalizados, em especial do sector público, que auferem uma onerosa e injustificável prestação social sob a forma de remuneração em clara situação de sobreemprego vitalício ou sobrepagamento em crescendo, mesmo quando o preço de mercado para as tarefas que realizam não pára de descer nos mercados mundiais ou a procura, em variadíssimos casos, pura e simplesmente desapareceu se é que alguma vez existiu. Os 4000 despedimentos na banca lusa em 2017, tirados a ferros de forma tardia, cara e incompleta, foram apenas a ponta de um vergonhoso icebergue que as esquerdas teimam em querer esconder.

Anónimo 12.01.2018

A ruína e atraso de Portugal, face aos seus congéneres europeus mais desenvolvidos e ricos, entenda-se, tem como base o facto de se ter criado em Portugal um sistema que, gradualmente, gerou duas seguranças sociais públicas. Uma oficial e outra oficiosa. A oficiosa é parte integrante não de um Estado de Bem-Estar Social legítimo mas antes de um Estado de Bem-Estar Salarial iníquo e insustentável para sindicalizados, em especial do sector público, que auferem uma onerosa e injustificável prestação social sob a forma de remuneração em clara situação de sobreemprego vitalício ou sobrepagamento em crescendo, mesmo quando o preço de mercado para as tarefas que realizam não pára de descer nos mercados mundiais ou a procura, em variadíssimos casos, pura e simplesmente desapareceu se é que alguma vez existiu. Os 4000 despedimentos na banca portugues em 2017, tirados a ferros de forma tardia, cara e incompleta, foram apenas a ponta de um vergonhoso icebergue que as esquerdas teimam em esconder.

Anónimo 12.01.2018

Hoje em dia a UE já faz transferências e concede ajudas e financiamentos aos Estados-Membros menos ricos e desenvolvidos. No futuro, com uma UE federal com um orçamento maior e mais competências políticas a nível federal, mais direitos (como mais transferências para os Estados e economias que têm menos, e mais e melhor cidadania europeia) implicarão ainda mais deveres (como reformas adequadas feitas na íntegra e de forma atempada) para cada Estado-Membro. Esses deveres, tantas vezes referidos por instituições como a Comissão Europeia, o FMI e a OCDE de forma quase informal e geralmente inconsequente, hoje em dia não são cumpridos. Com uma UE federal existirão meios e ferramentas para que as reformas, os deveres, avancem no seu tempo e Estados-Membros como Portugal e a Grécia não se desleixem e atrasem tanto por força dos seus políticos eleitoralistas mais irresponsáveis, dos seus sindicalistas chantagistas mais fundamentalistas e dos seus banqueiros criminosos mais extorsionários.

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