Finanças Públicas Marques Mendes: Défice ficou em 1,2% e dívida baixa para 126,2%

Marques Mendes: Défice ficou em 1,2% e dívida baixa para 126,2%

Comentador revelou na SIC os números referentes ao ano passado que diz ter apurado e que estão em linha com o que tem sido referido pelo Governo.
Marques Mendes: Défice ficou em 1,2% e dívida baixa para 126,2%
Miguel Baltazar
Negócios 07 de janeiro de 2018 às 21:17

Luís Marques Mendes avançou esta noite, no habitual espaço de comentário na SIC, quais são os dois principais números das contas públicas relativamente ao ano passado. "Ao que apurei, o défice de 2017 ficará em 1,2% do PIB. E a dívida em 126,2%", o que representam "bons resultados" e uma "excelente notícia", afirmou o ex-líder do PSD.

 

Os valores divulgados por Marques Mendes referentes ao défice e à dívida não constituem surpresa, pois estão em linha com o referido mais recentemente pelo Governo.

 

A meta oficial do Governo para o défice de 2017 é de 1,4%, mas o primeiro-ministro já afirmou que este ficaria abaixo de 1,3% do PIB.

 

António Costa revelou este valor um dia antes de o INE ter revelado que o défice orçamental português nos primeiros nove meses do ano situou-se em 0,3% do PIB, o que compara com 2,8% no mesmo período de 2016.

 

A confirmar-se o valor final de 1,3% para o défice de 2017, este descerá 0,7 pontos percentuais face aos 2% registados em 2016.

 

Quanto à dívida pública, o valor referido por Marques Mendes coincide com a meta que o Governo inscreveu no orçamento do Estado (126,2% do PIB) e representa uma descida significativa face ao registo de 2016 (130,1% do PIB). Para 2018 o governo estima uma nova descida para 123,5% do PIB.

 

A dívida pública desceu 2,5 mil milhões de euros em Novembro, colocando o endividamento público no nível mais reduzido desde Janeiro do ano passado. Esta descida acentuada permite mais do que anular o crescimento registado no início do ano. A dívida pública no terceiro trimestre ficou em 130,8% do PIB, abaixo dos 132,1% do segundo trimestre.

 




A sua opinião9
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo Há 1 semana

O turismo não cria postos de trabalho para os jovens com qualificações... é falso... está a criar muita procura em Gestão Hoteleira; Gestão ; Gestão de marketing e nos cursos técnico profissionais. Os melhoramentos nas vias públicas são deste governo... já chateia o botaabaixismo...

Anónimo Há 1 semana

Ó pedrinho, tudo o que refere está ligado e tem apenas uma origem para a qual este governo fez ZERO, o boom do turismo. Saiu agora um indicador que prova que o rei vai nu, o desemprego jovem está a subir e nunca esteve tão alto, aparentemente é contraditório com a narrativa com que nos emprenham os ouvidos sobre o paraiso na terra em que este país se transformou. Mas a explicação para o aumento do desemprego jovem é muito simples, este aparente sucesso é baseado apenas no turismo e no seu emprego desqualificado o que entra em choque com as qualificações elevadas da maior parte dos jovens que saem do ensino. Estamos a caminhar para uma economia de baixos salários e insegurança do emprego. Deixo-lhe um conselho, emprenhe menos pelos ouvidos e pense pela sua cabeça.

Anónimo Há 1 semana

Então???

O que foi feito do Diabo??

Quando votei à Esquerda nas últimas eleições sabia que as coisas iam melhorar, mas nunca pensei que melhorassem tanto!

Parabéns!

pedro Há 1 semana

Para o anónimo: o único sucesso que este governo tem para apresentar é a descida do défice? vives onde? no alaska?! edução de défice e Divida publica! redução drástica de desemprego e aumento d emprego. Crescimento de PIB maior desde 2000, aumento brutal salário mínimo, diminuição drástica de IRS

ver mais comentários