Saúde Medicamento da Bial para a epilepsia recebe “luz verde” para ser usado em crianças nos EUA

Medicamento da Bial para a epilepsia recebe “luz verde” para ser usado em crianças nos EUA

O medicamento da farmacêutica portuguesa Bial para o tratamento de crise epilépticas parciais recebeu “luz verde” do regulador norte-americano, a FDA, para ser administrado a crianças a partir dos quatro anos de idade.
Medicamento da Bial para a epilepsia recebe “luz verde” para ser usado em crianças nos EUA
Amândia Queirós/Cofina
Negócios 09 de outubro de 2017 às 12:29

O medicamento da farmacêutica portuguesa Bial, para o tratamento de crises epilépticas parciais, já pode ser usado em crianças a partir dos quatro anos de idade. De acordo com o comunicado da empresa, enviado às redacções, o regulador norte-americano "a Food & Drug Administration (FDA), aprovou o alargamento da indicação terapêutica do medicamento da BIAL para a epilepsia no tratamento de crises epilépticas parciais em crianças a partir dos 4 anos".

Já em 2013, as autoridades tinham-no aprovado como "terapêutica adjuvante em adultos com crises epilépticas parciais, com ou sem generalização secundária, em 2015 a FDA alargou a indicação deste medicamento da BIAL como monoterapia em adultos e vem agora aprovar a sua indicação no tratamento de crises epilépticas parciais em crianças".


"Esta é a terceira aprovação da FDA relativamente ao medicamento da BIAL, que é comercializado nos EUA com a marca Aptiom® e na Europa com o nome comercial Zebinix", pode ler-se ainda em comunicado.


O CEO da Bial, António Portela, em comunicado aponta que "a decisão da FDA surge na sequência de vários estudos que comprovam a segurança e eficácia da utilização do nosso medicamento em pediatria".


"No ano passado, a Comissão Europeia já tinha dado luz verde para que o nosso medicamento fosse utilizado em todos os países da UE em crianças e adolescentes e agora também a FDA vem alargar a sua indicação", acrescenta.


Segundo a mesma fonte, no continente europeu "o acetato de eslicarbazepina foi aprovado pela Comissão Europeia em 2009 e está à venda em mais de 20 países".

(Correcção: Onde se lia António Portal deve ler-se António Portela)




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