Justiça Ministério Público acusa 25 funcionários do serviço de bagagens do aeroporto de Lisboa de furto

Ministério Público acusa 25 funcionários do serviço de bagagens do aeroporto de Lisboa de furto

Os arguidos apoderaram-se ou receberam centenas de objectos de "valor considerável, fácil apropriação, ocultação e venda", que os passageiros transportavam nas suas bagagens, nomeadamente artigos informáticos, computadores portáteis, 'ipods', 'ipads', telemóveis, artigos em ouro ou artigos de bijuteria, vestuário, relógios e perfumes
Ministério Público acusa 25 funcionários do serviço de bagagens do aeroporto de Lisboa de furto
Miguel Baltazar
Lusa 10 de julho de 2017 às 16:52

O Ministério Público (MP) acusou hoje 25 arguidos, funcionários do serviço de bagagem do aeroporto de Lisboa, pelos crimes de fruto qualificado, receptação e abuso de confiança, indicou hoje a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL).

 

Segundo a PGDL, os arguidos, funcionários de uma empresa de assistência em escala ao transporte aéreo, no aeroporto de Lisboa, tinham, por inerência das suas funções, acesso às bagagens dos passageiros quando procediam ao carregamento ou descarregamento no terminal de bagagens. 

 

No âmbito das suas funções, os arguidos apoderaram-se ou receberam centenas de objectos de "valor considerável, fácil apropriação, ocultação e venda", que os passageiros transportavam nas suas bagagens, nomeadamente artigos informáticos, computadores portáteis, 'ipods', 'ipads', telemóveis, artigos em ouro ou artigos de bijuteria, vestuário, relógios e perfumes, adianta a PGDL.

 

De acordo com o MP, os arguidos sabiam da proveniência ilícita dos objectos.

 

Dois dos arguidos ao cessarem funções naquela empresa, apoderaram-se de bens que lhes tinham sido entregues para o exercício das funções que desempenhavam.

 

Os 25 arguidos estão sujeitos ao Termo de Identidade e Residência.

 

O inquérito foi dirigido pelo Departamento de Investigação e Acção de Penal (DIAP) de Lisboa, com a coadjuvação da PSP.

 




A sua opinião3
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo 10.07.2017

Que nojo de gente. Têm de ser julgados e postos a ver o sol aos quadradinhos por muitos e bons anos, e rápidamente, não daqui a dez anos, como é costume nesta país ...

Senão, o crime ainda prescreve!

Anónimo 10.07.2017

Sou obrigado a pagar através de comissões, contribuições e impostos o nível de vida passado, actual e futuro de 2200 assalariados da CGD que não são lá precisos para nada. O sindicato deles, o Sindicato Bancário do Sul e Ilhas (SBSI), já analisou os termos oferecidos pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) no programa de “Revogações por Mútuo Acordo”, divulgado na última semana de Junho aos trabalhadores do grupo público. E a sentença é negativa: “As condições propostas aos trabalhadores ficam aquém das expectativas.” E agora pergunto eu, quem regula e supervisiona estas criaturas? As do escândalo CGD e de outros escândalos semelhantes. Há muitos casos destes nas organizações portuguesas. Tem sido o pão nosso de cada dia.

Anónimo 10.07.2017

uma boa noticia!prendam-nos no minimo.

pub
pub
pub
pub