Europa Ministra britânica da Cultura diz que Brexit não vai afectar relações com Portugal

Ministra britânica da Cultura diz que Brexit não vai afectar relações com Portugal

A ministra britânica da Cultura sublinhou esta sexta-feira a natureza centenária da relação entre Portugal e o Reino Unido e realçou que eventos como a saída da União Europeia não vão afectar as ligações entre os dois países.
Ministra britânica da Cultura diz que Brexit não vai afectar relações com Portugal
Reuters
Lusa 20 de janeiro de 2017 às 21:22

Em declarações aos jornalistas, antes do concerto de abertura oficial do Ano Britânico na Casa da Música, no Porto, a ministra britânica da Cultura, Media e Desporto, Karen Bradley, afirmou que "a relação cultural entre o Reino Unido e Portugal é tão antiga que os eventos de hoje não afectam algo que remonta há centenas e centenas de anos".

 

"Estou certa de que a música, que sempre foi uma indústria global, continuará a ser global e aquilo em que o Governo britânico está determinado é em que consigamos o melhor acordo para o Reino Unido, mas vamos assegurar que o Reino Unido está aberto, de frente para o mundo, uma nação global", disse Karen Bradley antes de uma reunião com o ministro português da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes.

 

De acordo com a ministra britânica, "as artes e a cultura são formas extraordinárias de demonstrar a natureza aberta do Reino Unido e da forma como [trabalha] com o resto do mundo, em particular com amigos como Portugal". "Estou certa de que este ano de música e todos os outros eventos vão continuar a cimentar essa relação", declarou Karen Bradley.

 

Os dois ministros da Cultura vão assistir à actuação da Orquestra Sinfónica do Porto, dirigida por Baldur Brönnimann, e do Coro Casa da Música, dirigido por Paul Hillier, a interpretarem um programa com obras de John Dowland, Harrison Birtwistle, Gustav Holst e Thomas Arne.

 

A instituição do Porto vai também acolher, no sábado, uma conferência sob o título "O impacto do Brexit na vida musical britânica", com a participação do director do Barbican Centre, Nicholas Kenyon, da directora de música do British Council, Cathy Graham, da responsável pela organização Sound and Music, Susanna Eastburn, e do director de concertos da Philharmonie de Paris, Emmanuel Hondré. 




A sua opinião2
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo 21.01.2017

A gerigonca faz ver os ingleses:nos temos 1 ministro so,repito so para a cultura,so se envolve na tv publica e so faz merd.Os ingleses coitadinhos tem q meter uma mulher a lidar com 3 temas:cultura,desporto e media e nao faz as caggadas como os portugueses.Diz o ditado;quem sabe,sabe e os ing.sabem.

rogerio 21.01.2017

Espero que não nos peçam para instalar cá bombas nucleares.

pub
pub
pub
pub