Defesa Ministro da Defesa admite que roubo de material militar em Tancos é "grave"

Ministro da Defesa admite que roubo de material militar em Tancos é "grave"

"Evidentemente é um facto grave, não vale a pena estar a desvalorizar esse facto," assumiu Azeredo Lopes.
Ministro da Defesa admite que roubo de material militar em Tancos é "grave"
Marta Poppe
Lusa 29 de junho de 2017 às 17:43
O ministro da Defesa reconheceu hoje, em Bruxelas, que o roubo de granadas de mão ofensivas e munições das instalações militares dos Paióis Nacionais de Tancos "é grave" e garantiu que não ficará "nada por levantar" nas averiguações.

"Evidentemente é um facto grave, não vale a pena estar a desvalorizar esse facto. É sempre grave quando instalações militares são objecto de acção criminosa tendente ao furto justamente de material militar", para mais quando "não foi roubada uma pistola, não foram roubadas duas, foram roubadas granadas", disse Azeredo Lopes.

O ministro, que falava aos jornalistas à margem de uma reunião ministerial da NATO, em Bruxelas, disse que, "evidentemente", Portugal vai informar os seus parceiros do ocorrido, e garantiu que, paralelamente às investigações já em curso - "a questão ficou imediatamente sob alçada da Polícia Judiciária militar e da Polícia Judiciária, e a partir de agora das diferentes instâncias de investigação criminal", apontou -, a questão da segurança do material militar será assunto de debate com as chefias militares.



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Água Pura 01.07.2017

Nada de grave ! Grave era se as armas servissem para abater metade dos generais e políticos e então a perda para o país era enorme ,o povo chorava 3 dias e 3 noites seguidas sem parar

MAJOR ALVEGA 30.06.2017

responsaveis??? já sei.....nao há .como habitualmente no nosso pais

Anónimo 30.06.2017

É assim que o Povo, seja ele, VERDES, PAN,BE,PCP,PS,PSD,CDS, INDEPENDENTES, ANÓNIMOS, Vêem Portugal, não adianta as manobras para destruir este Governo, digam que disserem, O POVO quer este Governo, que tirou o Povo da Fossa, e não quer Retroceder o Passos e Cristas assustam, mesmo.

Anónimo 30.06.2017

Injustificáveis carreiras intocáveis para a vida, blindadas e isentas das forças de mercado e do avanço tecnológico que colida com a existência do posto de trabalho, defesa do excedentarismo, rigidez do mercado laboral e aversão primária ao capital e ao investimento que permitem inovar de acordo com as necessidades e orientações do mercado sempre em mudança, dão nisto. Nesta casa de doidos chamada Portugal, a manta fica curta e ainda por cima rasga-se porque ninguém quer ir para os quartinhos dos serviçais. Nem os próprios serviçais. A falta de meios aéreos e maquinaria florestal, assim bem como a falta de sistemas de alarme e video-vigilância nos arsenais e paióis das Forças Armadas.

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