Política Mourinho Félix: Demissão de Rocha Andrade não influi na preparação do Orçamento

Mourinho Félix: Demissão de Rocha Andrade não influi na preparação do Orçamento

O secretário de Estado Adjunto e das Finanças afiança que a demissão de Rocha Andrade não vai prejudicar a preparação do Orçamento do Estado, uma vez que "o trabalho é feito por uma máquina que funciona".
Mourinho Félix: Demissão de Rocha Andrade não influi na preparação do Orçamento
David Santiago 10 de julho de 2017 às 19:16

A demissão de uma figura central como era a do até aqui secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Rocha Andrade, não vai prejudicar a preparação em curso do Orçamento do Estado para o próximo ano. Garantia dada esta segunda-feira, 10 de Julho, por Mourinho Félix.

 

Em declarações feitas aos jornalistas presentes em Bruxelas, o secretário de Estado Adjunto e das Finanças admitiu que a preparação da proposta orçamental é um trabalho que "é feito por uma máquina, liderada pelo secretário dos Assuntos Fiscais", salientando que "essa máquina é também uma máquina que funciona".


Mourinho Félix sublinhou que a máquina fiscal funciona perfeitamente, para o que também "contribuiu" Rocha Andrade, pelo que "tem condições perfeitamente de continuar a preparar o Orçamento".  

 

Não querendo comentar as razões que levaram ao pedido de demissão apresentado, e entretanto já aceite pelo primeiro-ministro, António Costa, Mourinho Félix diz apenas respeitar os motivos apresentados por Rocha Andrade.

 

O governante confia que "será possível encontrar alguém que continue com o mesmo brio e dedicação" o trabalho desenvolvido pelo responsável pelo Fisco, uma "substituição que ocorrerá nos próximos dias", garante.

 

Já no que diz respeito à discussão política em sede parlamentar, Mourinho Félix admite que terá de ficar em suspenso até que seja encontrado o sucessor de Rocha Andrade.

 

Além de Rocha Andrade, também os secretários de Estado da Indústria e da Internacionalização, João Vasconcelos e Jorge Costa Oliveira, pediram a respectiva exoneração já depois de terem pedido a sua constituição como arguidos no inquérito sobre as viagens pagas pela Galp para a ida a jogos do Euro 2016.




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