Economia Não pode haver terras sem dono nestas florestas
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Não pode haver terras sem dono nestas florestas

O Cadastro Simplificado arrancou esta semana nos concelhos dos incêndios e dentro de um ano deverá estender-se a todo o Norte, onde não existe cadastro geométrico. Para que o Estado fique a saber de quem são todas as terras.
Não pode haver terras sem dono nestas florestas
Bruno Simão/Negócios
Filomena Lança 02 de novembro de 2017 às 22:32

"Daqui a um ano, há-de ser possível atirar uma seta para este mapa e onde ela cair saber a quem pertence aquela terra." Rui Lopes é técnico na conservatória de Penela e coube-lhe atender o primeiro cliente do Balcã

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mais votado Anónimo Há 2 semanas

Estado ladrão e aldrabão. Se não conhece os actuais donos é porque tudo faz para os desconhecer, impondo uma estúpida burocracia na escrituração e legalização dos mesmos.

comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

Não querem que se saiba quem é o dono porque muitos devem receber subsídios declarar salários mínimos e beneficiarem de outras mordomias...

General Ciresp Há 2 semanas

O pais no seu melhor.Ha 2 dias apareceu no telejornal o general GESTUAL brincalhao a dizer q apareceu mais material de guerra do q aquel q foi roubado.Disse para a minha mulher porque nao fazem casas sem portas:Responde:sem elas a casa fica de tal modo cheia q a gente depois nao consegue mexer-se.

LMB Há 2 semanas

Não se entende porque é que este processo de cadastro é apresentado como novidade. Em 2014/5 foi efetuado um processo piloto que decorreu em vários concelhos nos quais se incluem SEIA e OLIVEIRA DO HOSPITAL. Onde pára esse processo que mobilizou milhares de proprietários com custos elevados para eles e para o Estado (os desgraçados dos contribuintes!)? Será que este cadastro SIMPLIFICADO(?) vai chegar mais longe, ou é outro faz-de-conta?
Um cadastro a sério, com efeitos legais indubitáveis é NECESSÁRIO. No processo de 2015 houve muita gente, normalmente os maiores proprietários, absentistas ou não, que não se deram ao trabalho de fazer o que lhes compete. Porque não uma investigação - jornalistica, autárquica ou policial - ao que aconteceu? Para que não se repita, pelo menos.
E o que vai acontecer ao trabalho dos proprietários, e do Estado, efetuado em 2015. Vai ficar no lixo?
Se não houver respostas para estas questões, é porque se mantém a vontade de que tudo fique na mesma!!!

Anónimo Há 2 semanas

Estado ladrão e aldrabão. Se não conhece os actuais donos é porque tudo faz para os desconhecer, impondo uma estúpida burocracia na escrituração e legalização dos mesmos.

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