Economia Negociações do OE 2018 têm buraco de 1,2 mil milhões à partida
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Negociações do OE 2018 têm buraco de 1,2 mil milhões à partida

Antes sequer de tirarem as calculadoras dos bolsos e de imprimirem as folhas de excel, o Governo e os partidos que o apoiam já sabem que terão de arranjar forma de compensar 1,2 mil milhões de euros nas negociações do Orçamento do Estado para 2018.
Negociações do OE 2018 têm buraco de 1,2 mil milhões à partida
Miguel Baltazar
Nuno Aguiar 19 de abril de 2017 às 00:01

Não existem negociações orçamentais fáceis. E 2018 não será excepção. Antes ainda de começarem a fazer contas a como continuarão a diminuir o défice nesse ano, os partidos

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mais votado Anónimo 19.04.2017

O excedentário é pago com impostos e dívida pública com origem em credores externos. O sobrepagamento efectuado ao excedentário ainda lhe dá para aforrar e adquirir títulos de dívida junto do Estado. Depois o Estado cobra mais impostos e emite mais dívida junto de credores externos e títulos de tesouro para os excedentários, cada vez em maior número face às necessidades e cada vez mais sobrepagos por via de progressões e outros bónus, comprarem. De seguida vem eleição e o excedentário vota em quem promove o excedentarismo e endivida e taxa o resto da população para sustentar esta forma de pilhagem e extorsão continuada. De seguida entram os bancos cá do burgo. Concedem créditos de todos os tipos, formas e feitios aos excedentários e exigem ao governo mais excedentários para terem mais clientes a quem conceder mais crédito. Os juros sobem. Nova ronda de aumentos a pedido dos sindicatos dos excedentários e a pedido dos bancos. Bancarrota. Troika. Governo impopular por um mandato. Repete.

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Anónimo 19.04.2017

O "outro" foi além da troika e estoirou com a classe media e pensionistas pela via da imensa carga fiscal, mas o Sr. Costa, aproveitando a boleia, continua a sacrificar a classe que sustenta uma qualquer Sociedade, mantendo uma das maiores cargas fiscais do mundo.
Assim não vamos lá!!!

Anónimo 19.04.2017

O excedentário é pago com impostos e dívida pública com origem em credores externos. O sobrepagamento efectuado ao excedentário ainda lhe dá para aforrar e adquirir títulos de dívida junto do Estado. Depois o Estado cobra mais impostos e emite mais dívida junto de credores externos e títulos de tesouro para os excedentários, cada vez em maior número face às necessidades e cada vez mais sobrepagos por via de progressões e outros bónus, comprarem. De seguida vem eleição e o excedentário vota em quem promove o excedentarismo e endivida e taxa o resto da população para sustentar esta forma de pilhagem e extorsão continuada. De seguida entram os bancos cá do burgo. Concedem créditos de todos os tipos, formas e feitios aos excedentários e exigem ao governo mais excedentários para terem mais clientes a quem conceder mais crédito. Os juros sobem. Nova ronda de aumentos a pedido dos sindicatos dos excedentários e a pedido dos bancos. Bancarrota. Troika. Governo impopular por um mandato. Repete.

Anónimo 19.04.2017

Existem muitos custos a serem magistralmente remetidos para debaixo do tapete por este governo socialista. A contabilidade criativa dá para tudo. Isto até parece 2007.

Anónimo 19.04.2017

Há 2.466 jovens médicos para se candidatarem à formação especializada em 2018 para um número provisório de 1.719 vagas, uma diferença superior a 700. Se agora que vivemos no oásis das esquerdas unidas é assim, imaginem em 2018...

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