Mundo Níveis de alerta de tsunami na Nova Zelândia reduzidos às zonas costeiras

Níveis de alerta de tsunami na Nova Zelândia reduzidos às zonas costeiras

As autoridades da Nova Zelândia reduziram os níveis de alerta de tsunami no país às zonas costeiras, na sequência de um sismo de magnitude 7,8 que provocou dois mortos.
Negócios com Lusa 13 de Novembro de 2016 às 23:25
Os residentes de zonas baixas de toda a costa leste foram aconselhados a deslocarem-se para áreas mais altas, devido a um alerta de tsunami, mas o primeiro-ministro da Nova Zelândia, John Key, disse que os avisos estão reduzir-se agora às zonas costeiras.

O aviso mantém-se para a zona entre Wellington e Bank Peninsula.



O tremor de terra deu-se às 00:02 de segunda-feira, hora local, menos 13 horas em Lisboa, de acordo com o departamento geológico dos Estados Unidos, que coloca o epicentro a 90 quilómetros a norte de Christchurch, uma cidade devastada por um tremor de terra que matou 185 pessoas em 2011.

As autoridades neozelandesas estão a avisar as populações para ficarem em casa e indicaram que alguns edifícios maiores mostram sinais de stress estrutural, e podem ter sido danificados.

As redes de comboios foram encerradas para fiscalização, e as autoridades estão também a verificar eventuais danos em pontes e túneis.

Embora as autoridades tenham indicado que a totalidade dos estragos só poderá ser avaliada totalmente durante o dia, não há danos sérios a reportar nas cidades de Wellington e Christchurch.

"Foi o abalo maior que eu me lembro de ter vivio em Wellington", declarou o primeiro-ministro neo-zelandês, John Key, numa conferência de imprensa num bunker no parlamento na capital do país. "Vai haver custos elevados nas estradas e infraestruturas". O homólogo australiano, Malcolm Turnbull, já ofereceu ajuda ao país-vizinho. 

Apesar de muitos serviços estarem encerrados, a bolsa da Nova Zelândia já fez saber que abrirá normalmente. Os trabalhadores de Wellington da bolsa vão trabalhar remotamente.




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