Mundo Nobel da Paz atribuído ao Presidente da Colômbia

Nobel da Paz atribuído ao Presidente da Colômbia

Juan Manuel Santos foi o galardoado com o Prémio Nobel da Paz de 2016. O Presidente colombiano esteve envolvido nas negociações com as FARC para pôr fim a um conflito que durou décadas. Um referendo na semana passada chumbou no entanto o acordo alcançado.
Nobel da Paz atribuído ao Presidente da Colômbia
Negócios 07 de Outubro de 2016 às 10:05
Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia, foi o galardoado com o Prémio Nobel da Paz de 2016, devido aos seus esforços para pôr fim à guerra civil do país, que durou mais de cinco décadas e matou pelo menos 220.000 colombianos, informou o Comité Nobel norueguês.

Na presidência desde 2010, Juan Manuel Santos, de 65 anos, assinou, no final do mês de Setembro, um acordo histórico com o "número um" das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Rodrigo Londoño, mais conhecido como Timoleón Jiménez "Timochenko" para o fim do conflito e a construção de uma paz estável e duradoura, que foi negociado em Cuba durante 45 meses e cinco dias e anunciado a 24 de Agosto.

O acordo com vista ao fim do conflito armado com as FARC - uma guerrilha de inspiração marxista e com origem nas revoltas camponesas da década de 1960 - foi, porém, rejeitado em referendo pelos eleitores colombianos. 

Juan Manuel Santos reconheceu a vitória do "não" mas prometeu continuar os esforços para acabar com a guerra de 52 anos. "Não vou desistir e vou continuar a procurar a paz até ao último dia do meu mandato", afirmou.

 

O balanço da guerra civil no país, que desde 1964 envolveu guerrilhas de extrema-esquerda, paramilitares de extrema-direita, exército e grupos de narcotraficantes é pesado: 260.000 mortos, 45.000 desaparecidos e 6,9 milhões de deslocados. 


(Notícia actualizada às 10:24)



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Anónimo 07.10.2016


SALÁRIO MÉDIO DOS PROFESSORES PORTUGUESES É O 3.º MAIS ALTO DA EUROPA, EM 2015 (antes da reposição dos salários da FP).

"No caso dos docentes com salários mais altos, em que o rendimento dos docentes é superior ao PIB per capita, Portugal aparece em destaque como o terceiro com salários mais elevados da Europa: Bosnia Herzegovina (327%), Chipre (282%) e Portugal (245%)."

Relatório da Eurydice.

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