Emprego Novos empregos pagam em média 688 euros
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Novos empregos pagam em média 688 euros

Alojamento e restauração, bem como serviços de apoio a empresas estão entre os sectores com peso no novo emprego que oferecem salários mais baixos. Contratos precários assinados desde 2013 que ainda estão em vigor pagam menos 207 euros do que os permanentes.
Novos empregos pagam em média 688 euros
Bruno Simão

688 euros brutos por mês. É esta a retribuição base média dos contratos assinados desde Outubro de 2013 e que ainda estão em vigor. O valor é bastante mais baixo nos contratos precários –

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mais votado Anónimo 09.06.2017

Isso é trabalho temporário ou à peça com real procura de mercado nas condições actuais de curto prazo (no futuro, muitos postos de trabalho serão totalmente substituídos por capital com elevada incorporação de tecnologia o que originará a extinção desses mesmos postos de trabalho em Portugal e no resto do mundo desenvolvido). Mas o problema não é este novo trabalho temporário com real procura que está a ser criado em Portugal graças às reformas que a troika UE-FMI tentou, e muito bem, fazer em Portugal, mas sim todo o outro trabalho permanente e excedentário, não necessário e injustificável, que a lei não deixa destruir de uma vez por todas na já de si problemática economia portuguesa.

comentários mais recentes
pertinaz 09.06.2017

BOM BOM BOM

Anónimo 09.06.2017

Com os novos empregos a pagarem em média 688 euros, Portugal terá um futuro brilhante!

Johnny 09.06.2017

Isso não era problema nenhum se as pessoas fossem obrigadas a vender as casas a pessoas que ganham em media 688 euros e não a estrangeiros e chinocas que podem comprar a 10X mais o preço
Estamos a competir num clima de INJUSTIÇA !

Anónimo 09.06.2017

Os salários ou o custo do trabalho em Portugal são mais reduzidos do que noutras economias mais ricas e desenvolvidas do que a portuguesa, mas o que se passa é que aí as empresas gozam de economias de escala que as empresas portuguesas só atingiriam se se internacionalizassem. E o que é facto é que muito raramente isso acontece porque sindicatos e esquerda não deixam que se reúnam as condições para que tal aconteça. Por outro lado, e não menos importante, há que salientar que o sector empresarial dessas economias mais ricas e desenvolvidas tem uma muito maior alocação de capital com grande incorporação de tecnologia de ponta, económica e eficiente, que poupa enormemente em factor trabalho. Uma coisa é ter 200 assalariados a ganhar 1000 outra é ter 50 a ganhar 2000 para produzir o dobro do que se consegue produzir empregando os primeiros.

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