LEX Nuno Azevedo Neves e Dietmar Schulz. "Seria quase suicida passar [o malparado] para um rácio de 5%"
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Nuno Azevedo Neves e Dietmar Schulz. "Seria quase suicida passar [o malparado] para um rácio de 5%"

A proposta veio do "eixo franco-alemão" e admite que o malparado dos bancos da Zona Euro venha a ter um rácio máximo de 5%, face ao total dos empréstimos. Por cá seria "suicida", diz o advogado Nuno Azevedo Neves.
Nuno Azevedo Neves e Dietmar Schulz. "Seria quase suicida passar [o malparado] para um rácio de 5%"
Dietrmar Schulz (à esquerda) e Nuno Azevedo Neves, sócios da sociedade de advogados multinacional DLA Piper.
Pedro Catarino
João Maltez 28 de junho de 2018 às 09:48

Apesar da redução do volume de crédito malparado (NPL, sigla de "Non Performing Loans") em Portugal, os bancos nacionais ainda estão a braços com montantes elevados de empréstimos que não conseguem cobrar.)

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