Negócios num minuto  O fim do “eldorado fiscal” para os reformados estrangeiros?

O fim do “eldorado fiscal” para os reformados estrangeiros?

Depois de ter visto a Finlândia a rever o seu acordo com Portugal, e de ter recebido um “puxão de orelhas” público da sua colega sueca, Mário Centeno prometeu rever os benefícios fiscais aos reformados estrangeiros. A solução para aplacar o descontentamento e, ao mesmo tempo, manter o regime, deverá passar pela imposição de um IRS mínimo, como avançamos na edição desta sexta-feira, e lhe explica Elisabete Miranda, redactora principal no Negócios.
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Negócios 15 de setembro de 2017 às 16:14



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mais votado Anónimo Há 1 semana

Nunca percebi estes (des)governos fdp e de cadelas vadias (sem ofensa pessoal) darem o cú e 8 milhões a trabalhadores e reformados estrangeiros enquanto são uns cães raivosos para os trabalhadores e reformados portugueses.
Tuga, abre os olhos pois estás a ser escravizado e sugado pelos bandidos que apelam ao teu voto.

comentários mais recentes
Oscar Tini Há 5 dias

Não faz qualquer sentido emigrantes e imigrantes que se reformem em Portugal sejam duplamente tributados de IRS. Há que haver algum bom senso.

pertinaz Há 1 semana

A ESCUMALHA RESSABIADA NÃO PÁRA DE FAZER DISPARATES

Anónimo Há 1 semana

Tratar o gringo como príncipe e o indígena como preto era o negócio dos fachos da PAF mas tem os dias contados.

levert Há 1 semana

Eu também recebo uma reforma do estrangeiro e pago IRS. Paguem, para não se irem gabar para os jornais franceses, como o advogado de Lyon que veio para o Algarve e comprou um iate de 15 m com o dinheiro do imposto que devia pagar e não pagou. Egalité et fraternité...

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