Segurança Social O que pensam os partidos sobre fontes de financiamento da Segurança Social
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

O que pensam os partidos sobre fontes de financiamento da Segurança Social

Partidos já começaram a levantar o véu sobre as propostas que têm para diversificar as fontes de financiamento da Segurança Social. Esquerda quer pôr lucros das empresas a ajudar. PSD e CDS acusam Governo de querer “empurrar com a barriga” e de ter “fins eleitorais”.
O que pensam os partidos sobre fontes de financiamento da Segurança Social
Carlos Manuel Martins
Marta Moitinho Oliveira 01 de junho de 2017 às 00:01

PS
Mais e melhores salários
Sem abrir muito o jogo sobre que medidas defende para usar os lucros das empresas para a Segurança Social, o PS garante que vai continuar a "estudar medidas que diversifiquem )

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião2
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo 01.06.2017

Criem uma sociedade sem numerário (cashless society), reformem o sistema tributário de acordo com a proposta Automated Payment Transaction tax de Edgar L. Feige e substituam o sistema público piramidal/Ponzi de prestações sociais por um Rendimento Básico Universal para maiores de 21 ou maiores de 18 se estiverem matriculados no ensino pós-secundário ou profissional (aproximadamente 450 euros/mês em Portugal; 750 euros/mês na Finlândia; preços de 2015) em todo e cada Estado-Membro da UE na Euro Zona. Obviamente que isto pressupõe uma aprofundada flexibilização das regras laborais no sector público e no sector privado, entre outras condições para evitar abusos ou injustiças tais como ter reclusos a receber rendimento básico enquanto encarcerados ou as contribuições já feitas à Segurança Social não serem devolvidas na íntegra aos contribuintes que ainda nada receberam da Segurança Social mas já têm uma carreira contributiva no sistema público. Sobra PPRs, investimento e aforro privado.

Anónimo 01.06.2017

Os impostos numa sociedade sem numerário, "cashless society", obviamente com banco central e uma máquina fiscal reduzidas ao mínimo indispensável em termos de colaboradores e sem mercado de serviços de consultadoria e planeamento fiscal pois a quantidade procurada desses serviços será literalmente zero, serão automáticos, corresponderão a uma taxa muito pequena, e a sua base de incidência será muito alargada. Tão alargada que a receita fiscal com uma taxa constante de 0,7% sobre todas e quaisquer transacções e pagamentos na economia atingirá valores nunca antes alcançados. Os sindicatos gostam de não só capturar as empresas como o Estado, e ainda se deleitam com a falácia que foi criada em termos fiscais em torno da tributação que sabe-se lá porque razão incide grandemente sobre o factor produtivo trabalho dando-lhe a importância que ele cada vez menos tem nas economias desenvolvidas aprisionadas e limitadas pelos limites impostos por essa falácia anti-progresso e desenvolvimento.

Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub