Orçamento do Estado OE2017: Primeiro-ministro afirma que dúvidas de Bruxelas são de "poucas décimas"

OE2017: Primeiro-ministro afirma que dúvidas de Bruxelas são de "poucas décimas"

O primeiro-ministro desvalorizou as questões levantadas pela Comissão Europeia em relação à proposta de Orçamento do Estado para 2017, dizendo que as diferenças são de "poucas décimas", muito inferiores em valor às do ano passado.
OE2017: Primeiro-ministro afirma que dúvidas de Bruxelas são de "poucas décimas"
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 27 de Outubro de 2016 às 21:24

António Costa falava aos jornalistas no final de uma cerimónia de homenagem ao antigo vereador da Câmara Municipal de Lisboa e ex-dirigente do CDS Pedro Feist na União das Associações de Comércio e Serviços, na qual também esteve presente a presidente dos democratas-cristãos, Assunção Cristas.

 

"Creio que as dúvidas da Comissão Europeia não são muito complexas. Felizmente, não estamos hoje com as divergências que se verificaram há um ano, temos umas poucas décimas de diferença", sustentou o líder do Executivo.

 

De acordo com a interpretação feita por António Costa sobre o pedido de explicações requerido por Bruxelas ao Governo português em relação à proposta de Orçamento do próximo ano, "basicamente", o que pergunta é como o executivo calcula algumas receitas e a previsão de crescimento.

 

"As divergências situam-se aí. Tal como disse o comissário [europeu para os assuntos económicos e financeiros] Pierre Moscovici, a convicção é que o Orçamento em debate na Assembleia da República cumpre as regras europeias e não haverá dificuldade de maior", advogou.

 

António Costa fez ainda questão de frisar que, nestes processos de análise às propostas de orçamento dos diferentes países da União Europeia, Bruxelas "enviou cartas a diferentes Estados-membros".

 

"E a própria Comissão Europeia diferenciou a situação detectada em diferentes Estados-membros. No caso de Portugal e da Bélgica, as dúvidas são mais de pormenor e de densificação de informação", acrescentou. 




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comentários mais recentes
jose Há 1 semana

o comentário do ministro Tuga sobre a pena de morte na Guiné equatorial, é claro que para a Esquerdalhada ignorante, o comentário do nosso MNE não é uma ingerência nos assuntos de um país soberano! ingerência só acontece se for o Schauble a falar de Portugal! kakakak, afinal eles são pretos, né?

Anónimo Há 1 semana

Claro contigo e tudo poucochinho, o problema maior é quando acabares de vez com este país nem esse poucochinho vais ter, que os credores não são burros afinal o alemão tem razão quando te manda a boca e para não te armares porque um dia a Xuxa acaba mesmo e toca o povinho a pagar mais impostosp

Anónimo Há 1 semana

Cambada de gente falsa gentalha neoliberal....

Anónimo Há 1 semana

O ps deixou de ser de esquerda, são neoliberais que utilizam o mérito para explorar, dando salários milionarios a uns poucos na função pública e por curiosidade os que votam na direita.

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