Orçamento do Estado OE2018: Jerónimo confiante no fim do corte de 10% para os desempregados

OE2018: Jerónimo confiante no fim do corte de 10% para os desempregados

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, admitiu esta quarta-feira ser "uma possibilidade real" a integração no Orçamento de Estado para 2018 (OE2018) da abolição do corte de 10% no subsídio de desemprego.
OE2018: Jerónimo confiante no fim do corte de 10% para os desempregados
Lusa 13 de setembro de 2017 às 20:45

"Em relação ao corte dos 10% creio que as coisas estão bem encaminhadas. É uma possibilidade real", afirmou o líder comunista no final de uma arruada de apoio ao candidato da CDU à Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Mário David Soares.         

 

Questionado sobre as negociações com o Governo do OE2018, Jerónimo de Sousa mostrou-se optimista em relação ao que são os 'assuntos chave' reclamados pelos comunistas.

 

"Da nossa parte ainda estamos numa fase de exame comum. Desde 2015 que andámos a lutar para pôr fim a um corte inaceitável e injusto para os desempregados, vítimas de um corte de 10% no subsídio de desemprego ao fim de uns certos meses de desemprego", disse.

 

Da parte do Governo, afirmou, "houve uma abertura e consideração positiva em relação a essa matéria". Por isso, acrescentou, se o PS mantiver essa posição "será mais um passo na valorização dos direitos e rendimentos dos desempregados".

 

Escusando-se a traçar cenários de desacordo com os socialistas nesta matéria, Jerónimo de Sousa argumentou que "neste processo e nesta fase de exame comum não cabe o tudo ou nada" e defendeu que a "persistência, determinação e a razão acabam sempre por prevalecer".

 

Como exemplo, Jerónimo de Sousa lembrou a "luta de dois anos" pelo aumento das pensões e das reformas e a questão da gratuitidade dos manuais escolares para as crianças do 1.º Ciclo como "fruto da persistência" comunista.

 

"É neste quadro que estamos, continuando nesta linha de reposição de rendimentos e de direitos que, tal como o Governo assumiu, permitiu uma evolução da nossa economia no sentido positivo, logo é um caminho a aprofundar e não a ser interrompido", sublinhou. 




A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo Há 6 dias

O Jeromo anda numa lufa-lufa a ver se caça votos.

pub
pub
pub
pub