Política Os 11 economistas e 5 gestores que estão com Rui Rio

Os 11 economistas e 5 gestores que estão com Rui Rio

Até ao Congresso, marcado para meados de Fevereiro, Rio deverá rodear-se dos mais próximos para definir uma estratégia política e concretizar mais o programa. O Negócios foi ver quem são os economistas e gestores que estiveram com o novo líder do PSD.
Marta Moitinho Oliveira 16 de janeiro de 2018 às 18:59

Ganhas as eleições directas no PSD, Rui Rio tem agora de começar a formar equipa. Até ao Congresso, que acontece entre 16 e 18 de Fevereiro, o novo líder deverá reunir-se com alguns dos mais próximos, muitos deles da comissão de honra.

Esta comissão é constituída por 54 pessoas, 16 das quais são economistas ou gestores de formação. São algumas destas pessoas que nesta fase ajudarão Rio a detalhar um pouco mais as ideias que vai ter de apresentar ao país, depois de ter apresentado uma moção estratégica vista como aberta e pouco concreta, e a definir uma estratégia política.

Ao Negócios, um dos apoiantes refere que Rio privilegia quadros com experiência no partido mas não só. O novo líder do PSD gostará de se rodear de pessoas "que não dependem da política", explica.

O Negócios foi rever quem são as caras na economia e na gestão que estiveram com Rio na comissão de honra. Muitos deles participaram em governos de Cavaco Silva e Durão Barroso, estando já afastados há algum tempo do palco político. Veja quem são:




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mais votado guedes 17.01.2018

Tudo pobrezinhos que sabem o que custa a vida. E do Estado, nem um centavo ganham...

comentários mais recentes
Tentando Perceber a Política 24.01.2018

A julgar por a continuidade do Líder Parlamentar, e estas Caras bem conhecidas, o PSD está feito ao Bife, o Rui Rio já foi Comido,e nem Posse tomou ainda, teremos tudo na mesma, Continuar a mesma cena dos últimos tempos, não, Passem Bem.

Anónimo 21.01.2018

Se numa qualquer economia deixarem despedir colaboradores excedentários ou, por outras palavras, deixarem desalocar factor trabalho mal alocado por não ter procura real justificável face às reais condições de mercado ditadas pela racionalidade económica que interpreta e se adapta ás forças de oferta e procura de mercado e que conduz à criação de valor, e desde que o Estado de Bem-Estar Social garanta um mínimo de condições básicas de sobrevivência em dignidade, como já se faz até certo ponto em Portugal apesar de vários constrangimentos financeiros que se prendem precisamente com a sobrealocação de factor trabalho desnecessário que é em si mesmo um parasitário concorrente de peso perante o Estado de Bem-Estar Social fragilizado, os restantes mercados de factores produtivos e bens e serviços encarregar-se-ão de tornar toda a economia mais rica e mais desenvolvida com inegáveis ganhos e benefícios para toda a sociedade residente naquela economia. Este é o tão propalado "Modelo Nórdico".

Anónimo 19.01.2018

Ate´a misseira da MFL vende a alma ao diabo. PSD sem emenda.

Anónimo 18.01.2018

Realmente quando olho para a História e vejo que muitos judeus eram comunistas percebo a vantagem de os ter agora no governo a olharem pelas contas e a apertarem os calos aos deputados. Este modelo de coligação está a demonstrar-se bastante eficaz... ou seja em equipa que ganha não se mexe.



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