Economia Parlamento vai gastar mais 62 milhões em 2017

Parlamento vai gastar mais 62 milhões em 2017

A Assembleia da República conta gastar em 2017 um total de 168,5 milhões de euros, mais 62,5 milhões do que o orçamentado para 2016. Em ano de autárquicas, um dos maiores aumentos está na rubrica das transferências para a Comissão Nacional de Eleições.
Parlamento vai gastar mais 62 milhões em 2017
Miguel Baltazar
Filomena Lança 11 de novembro de 2016 às 11:07

Orçamento da Assembleia da República (AR) vai ter em 2017 um aumento de despesas na ordem dos 62,5 milhões de euros face a 2016. De acordo com o documento publicado esta sexta-feira, 11 de Novembro, em Diário da República, o total de despesas ascende a 168,5 milhões de euros e uma das explicações para o aumento está nas transferências para a Comissão nacional de Eleições (CNE), um dos organismos independentes que funcionam junto da AR.

 

2107, recorde-se, é ano de realização de eleições autárquicas, o que justificará esta subida. Assim, as transferências do OE que a AR recebe para cobrir a subvenção estatal para as campanhas eleitorais ascenderão a 60,1 milhões de euros, o que compara com 4,1 milhões orçamentados em 2016, ano em que se realizaram também eleições, mas para a Presidência da República.

 

Mas, no geral, registam-se aumentos, em praticamente todos os itens. Um deles é o das despesas com pessoal, que passam de 48 milhões em 2016 para 49,3 milhões em 2017, num ano em que haverá reposições salariais para a função pública já para a totalidade do ano. Há ainda aumentos em rubricas como aquisições de bens e serviços (mais um milhão de euros), por exemplo.

 

Com investimentos em edifícios a AR conta gastar 2,4 milhões de euros, um valor que compara com os 280 mil euros orçamentados para este ano de 2016. Destinam-se à realização de obras nos edifícios do Parlamento com excepção do Palácio de São Bento, que tem uma rubrica própria e que este ano tem orçamentados para o efeito cerca de 1,5 milhões, um valor idêntico ao do último ano.  


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comentários mais recentes
Há aqui uma malta 14.11.2016

Que acha que as coisas são de borla.

QUANDO? 11.11.2016

Quando acabamos com esta "xulice"?

Anónimo 11.11.2016

vergonha, vergonha, vergonha

Mr.Tuga 11.11.2016

Estes cavalheiros "senadores" cá da pocilga são uns chulecozitos! Eles é não pagar IMI e sempre a abrir! Com exemplos destes...

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