Política Passos Coelho abandona Parlamento no final de Fevereiro

Passos Coelho abandona Parlamento no final de Fevereiro

O presidente cessante do PSD comunicou esta manhã ao grupo parlamentar social-democrata que irá sair do Parlamento no final do próximo mês, já depois de realizado o Congresso do partido que decorre entre os dias 16 e 18 de Fevereiro.
Passos Coelho abandona Parlamento no final de Fevereiro
Miguel Baltazar
David Santiago 11 de janeiro de 2018 às 12:21
Já era esperado mas agora é oficial. Pedro Passos Coelho vai renunciar ao mandato de deputado "no final do próximo mês", referiu fonte oficial do partido ao Negócios. O presidente cessante do partido comunicou esta decisão na manhã desta quinta-feira, 11 de Janeiro, ao grupo parlamentar social-democrata.

A notícia inicialmente avançada pelo Eco, e entretanto confirmada pelo Negócios, significa que, uma vez eleitos os órgãos do partido no Congresso nacional que decorre, em Lisboa, nos dias 16, 17 e 18 de Fevereiro, Passos Coelho vai deixar de ser deputado à Assembleia da República. O Congresso servirá ainda para entronizar o futuro presidente do partido, cujas eleições disputadas por Rui Rio e Santana Lopes decorrem este sábado, 13 de Janeiro. São mais de 70 mil os militantes habilitados a votar nas directas social-democratas. 

Passos deixará assim de ser líder do partido - após oito anos como presidente, o que representa o segundo maior legado na liderança do PSD, logo atrás de Cavaco Silva - e também de ser deputado, o que indicia o afastamento da vida política activa do homem que chefiou o Governo durante o resgate da troika.

O ex-primeiro-ministro anunciou que não se recandidataria às eleições internas do PSD no passado dia 3 de Outubro, justificando tal decisão com a pesada derrota do partido nas autárquicas de 1 desse mês, em que o partido obteve um resultado "pesado e isso é ineludível". Passos explicou ainda saída da liderança do PSD por considerar que uma nova liderança teria "melhores possibilidades de sucesso". 

(Notícia actualizada às 12:33)



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mais votado Anónimo 11.01.2018

Homem com eles no sitio que esteve à altura das circunstâncias numa altura muito dificil para o país que só sobreviveu ao caos graças a quem nos emprestou dinheiro para a economia e sociedade não colapsarem. Não agradou a todos como é natural em alturas de vacas magras (esquálidas) mas analisando agora à posteriori fez um muito bom trabalho. Fácil é governar em alturas de vacas gordas em que há dinheiro para distibuir pelas várias clientelas. Gostaria de fazer um pequeno comentário à publicação do simoesbenfica, a CES foi aplicada a reformados com reformas superiores a 1.500 euros num país em que o ordenado médio nem chega a 1.000 euros. Convenhamos que um reformado com 2.000, 3.000, 4.000, etc euros é um previligiado em relação à imensa maioria dos portugueses, logo acho muito bem que tambêm tenham sido chamados a contribuir numa altura critica do paìs. Acho mesmo que devia haver teto máxima nas reformas.

comentários mais recentes
Tentando Perceber a Política 13.01.2018

Vamos lá ver para Onde vai, que TACHO ou Tachos tem reservado para si, aguardemos expectantes, ou se Teve Rendimentos Superiores ao Sócrates, se teremos o Entrevistador da RTP a perguntar-lhe de que vive.

Arde no inferno 12.01.2018

E paga a segurança social aldrabao!!!

Anónimo 12.01.2018

QUE DESAPAREÇA PARA SEMPRE. DAQUI A UNS ANOS AINDA O VÃO VENDER PARA PRESIDENTE DA REPUBLICA, É ISSO QUE A SIC E TVI SABEM FAZER, VENDER LARANJAS PODRES, ENGANANDO OS PATEGOS.

Alfon 11.01.2018

Muito em breve aparece como consultor ou administrador não executivo de uma empresa privada. Só pode. Fez tantos favores por nossa conta.

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