Economia Passos Coelho diz não ter necessidade de "justificar mais nada" quanto à TSU

Passos Coelho diz não ter necessidade de "justificar mais nada" quanto à TSU

O presidente do PSD disse não sentir necessidade "de justificar mais nada" sobre a posição do partido quanto à descida da Taxa Social Única (TSU), insistindo que "PSD não servirá para que o Governo faça aprovar esta matéria".
Passos Coelho diz não ter necessidade de "justificar mais nada" quanto à TSU
Lusa 16 de janeiro de 2017 às 21:22

Pedro Passos Coelho, que falava esta segunda-feira à margem de um encontro da distrital do Porto do PSD, acusou ainda o Governo de ser "chantagista" para conseguir o acordo de concertação social.

 

"Eu já prestei muitas declarações sobre esta matéria do salário mínimo nacional e da TSU e não sinto necessidade de acrescentar mais nada, nem de justificar mais nada", afirmou o líder dos social-democratas, para quem "o que é importante que se sublinhe nesta matéria é que o PSD não servirá para que o Governo faça aprovar esta matéria no Parlamento".

 

Passos Coelho destacou que "o Governo assumiu um compromisso que deve poder cumprir com os parceiros sociais e esse compromisso tem de ser construído dentro da solução maioritária do Governo, não é recorrendo à oposição". "Os primeiros-ministros têm de resolver chatices todos os dias. Se isto é uma chatice para ele, ele resolvê-la-á dentro do Governo e da maioria", sublinhou.

 

Sobre as críticas à posição do PSD de votar contra a descida da Taxa Social Única, Passos Coelho respondeu: "ninguém está imune às críticas, as pessoas são livres de criticar as posições, isso não me incomoda nada". "Não modifica, evidentemente, a posição que tenho expressado e aquela que é a posição do PSD", acrescentou.

 

Quanto ao acordo de concertação social, Passos Coelho acusou o Governo de António Costa de fazer "uma simulação de concertação social" e de fazer "uma cena chantagista". "É um acordo de chantagem com os parceiros", sublinhou o ex-primeiro-ministro.

 

Questionado sobre o acordo que fez em 2014, enquanto líder do Governo, e que previa a descida da TSU, Passos Coelho destacou que aquela foi "uma medida excepcional" e que representa o "contrário" do que o actual Governo está a fazer.

 

"Nós tomámos uma medida excepcional que tinha uma contrapartida, que no futuro as actualizações do salário mínimo estariam relacionadas com a produtividade (...). Este Governo fez exactamente o contrário, não podem esperar que a gente apoie o contrário", frisou.

 

A descida da TSU está prevista no acordo de concertação social que consagrou o aumento do Salário Mínimo Nacional (SMN) para os 557 euros.




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Anónimo Há 2 dias

Os portugueses a pouco e pouco vão conhecendo o Entalado, o Derrotado, o Mentiroso, o Aldrabão-Mor, o Golpista do PM indigitado não eleito o tal que faz acordos com as pessoas e que depois não tem condições para cumprir esses acordos, é digno de um Autêntico Vigarista!!!

SÍTIO MUITO MANHOSO Há 2 dias


...É ASSIM MESMO...NÃO PRECISA E JUSTIFICAR NADA...OS PORTUGUESES JÁ CONHECEM O ALDRABÃO, O FACÍNORA !!!

JUSTIFICAR O QUÊ E PARA QUÊ, QUANDO JÁ TODOS CONHECEM O PROFECTA DAS DESGRAÇAS ???

...QUE OS PORTUGUESES, NUNCA PERCAM A MEMÓRIA !!!

Anónimo Há 2 dias

Ah e Tal...Queremos Bombeiros? O Quê? Querem Bombeiros? Lamentamos muito mas no PSD não há cá Bombeiros! Isso foi há uns anos atrás na Bancarrota de um governo socialista. Agora quem atear incêndios vai ter de os apagar sozinho!

surpreso Há 2 dias

A "geringonça" tem uma sala na Assembleia ,onde todos se entendem.Organizem-se!

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