Política Passos tenciona voltar a ser primeiro-ministro em 2019 e espera receber herança melhor

Passos tenciona voltar a ser primeiro-ministro em 2019 e espera receber herança melhor

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, afirmou que tenciona voltar a ser primeiro-ministro em 2019 e que espera, nessa altura, receber "uma herança melhor" do que a deixou em 2015.
Passos tenciona voltar a ser primeiro-ministro em 2019 e espera receber herança melhor
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 15 de setembro de 2017 às 23:57

"Nós no PSD deixámos aos portugueses uma herança bem melhor do que a que recebemos em 2011 e eu, que tenciono ser primeiro-ministro em 2019, também gostava de receber uma herança melhor do que a que deixei em 2015", afirmou Passos Coelho esta sexta-feira, num jantar autárquico de apoio ao candidato do partido em Mafra, o actual presidente da Câmara, Hélder Sousa Silva.

 

Numa referência implícita ao actual Executivo, Passos Coelho disse que os sociais-democratas sabem "observar o comportamento mais oportunista" dos que estão a aproveitar o trabalho que PSD e CDS-PP fizeram no Governo.

 

"Mas, como não somos invejosos não levamos nada a mal que o país beneficie desse trabalho", ironizou o líder do PSD, que falava antes de ser conhecida a decisão da agência de notação financeira Standard and Poor's (S&P) de retirar Portugal do 'lixo', revendo em alta o 'rating' atribuído à dívida soberana portuguesa de 'BB+' para 'BBB-', um primeiro nível de investimento.

 

O líder do PSD acusou o actual Governo de ter "deixado cair a máscara", apontando o dedo a vários ministros, incluindo os das Finanças e da Justiça, por agora invocarem restrições económico-financeiras para não satisfazer pretensões de classes profissionais como os enfermeiros ou os juízes.

 

"Parece que à medida que nos vamos aproximando da segunda parte da legislatura de repente os membros do governo começaram a descobrir que há limitações económico-financeiras? As restrições existiram sempre, o governo é que as andou a esconder durante dois anos", criticou, num jantar que, segundo a organização, juntou mais de 2.000 apoiantes.

 

Passos Coelho sublinhou que, descontando a despesa com salários, o actual Executivo gasta menos do que o anterior nas funções do Estado. "Se descontarmos o aumento dos salários na função pública, o Estado tem hoje menos para gastar do que tinha quando eu era primeiro-ministro e, no dizer dos nossos adversários, éramos assim uma espécie de encarnação do mal", lamentou.

 

Sobre a disputa eleitoral do próximo dia 1 de Outubro, Passos Coelho destacou a tradição autárquica do PSD desde 1976. "Orgulhamo-nos desde 76 de ter uma representação maior no panorama nacional, é por isso que desde 76 o PSD não corre o risco da marginalidade política no país", disse, recorrendo também à expressão "orgulho" para classificar o primeiro mandato de Hélder Sousa Silva em Mafra. 




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? Há 5 dias

Quando o teu querido Passos passou a divida de 98 para 130% do PIB não pias-te. A saída do lixo deu-te cá uma azia, eu sei queres a desgraça podes ir procura-la noutro país qualquer

Bolo de iogurte Há 5 dias

Comece por bater muito bem as gemas com 2 medidas de açúcar. De seguida junte o óleo, a farinha, o fermento e o iogurte e continue a bater. Por fim junte as claras que foram previamente batidas em castelo com uma medida de açúcar.

2. Deite a massa numa forma bem untada (com margarina e farinha)

TEM VERGONHA NA CARA, ALDRABÃO ! Há 5 dias

Como ?
Não percebi bem.
Será que o Negócios agora se dedica a contar anedotas ?

O vígaro Passos PM em 2019 ?
Esta frase só pode ser para disfarçar a situação de líder a prazo do aldrabão Passos.
Só se os Portugueses perdessem todos a memória, de um momento para o outro.

Anónimo Há 5 dias

Emigra pá desaparece, és o maior patrocinador de todos os outros partidos, enquanto enterras o PSD.

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