Finanças Públicas Passos versus Costa: quem tem razão no défice?

Passos versus Costa: quem tem razão no défice?

O líder da oposição questionou o sucesso reclamado pelo Governo e diz que sem medidas extraordinárias e cortes de investimento o défice ficaria nos 3,4% do PIB. Governo recusa a interpretação de medidas extraordinárias e diz que cumpriu o objectivo: 2,3% do PIB o menor défice da democracia.
Passos versus Costa: quem tem razão no défice?
Pedro Elias/Negócios
Rui Peres Jorge 28 de janeiro de 2017 às 16:00
O Governo apresentou um défice orçamental em contabilidade pública de 4.255,7 milhões de euros, o equivalente a 2,3% do PIB. Trata-se de um número que fica entre 1.200 a 1.300 milhões de euros abaixo da última estimativa. Tal poderá permitir um défice em contabilidade nacional (a que conta para Bruxelas) até inferior aos 2,2% inscritos no Orçamento inicial. Pedro Passos Coelho diz que sem medidas extraordinárias e cortes de investimento o défice ficaria em 3,4% do PIB, mas Costa nem quis ouvir falar disso. Quem tem razão?




A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado AMLG 30.01.2017

Se fossem as finanças lá de minha casa, eu daria a razão ao Passos porque, obviamente, algo que não é estrutural só pode ser extraordinário. Agora, como isto das finanças de um País parece ser tudo a brincar e quem as finge gerir são garotos estridentes, tanto faz quem tenha razão. O que interessa a ambos são as eleições para conseguirem estar junto à lareira, o resto é conversa!

comentários mais recentes
AMLG 30.01.2017

Se fossem as finanças lá de minha casa, eu daria a razão ao Passos porque, obviamente, algo que não é estrutural só pode ser extraordinário. Agora, como isto das finanças de um País parece ser tudo a brincar e quem as finge gerir são garotos estridentes, tanto faz quem tenha razão. O que interessa a ambos são as eleições para conseguirem estar junto à lareira, o resto é conversa!

pub
pub
pub
pub