Orçamento do Estado Passos recomenda prudência no aumento das pensões

Passos recomenda prudência no aumento das pensões

O líder do PSD disse hoje que sobre o aumento das pensões tem "uma posição sempre de prudência", lembrando que o país tem metas exigentes para atingir e que os recursos não têm uma perspectiva de grande crescimento.
Lusa 10 de Outubro de 2016 às 20:16

"Tenho sobre essa matéria uma posição sempre de prudência, porque é sabido que o país tem metas que são exigentes para atingir e que os recursos de que dispõe, que no essencial são aqueles que consegue recolher através dos impostos por via do crescimento da economia, não têm assim uma perspectiva de grande crescimento", afirmou o presidente social-democrata, Pedro Passos Coelho, quando questionado sobre as exigências do PCP e do BE em matéria de aumento de pensões.

 

Remetendo para o Governo a resposta sobre se há margem para os aumentos exigidos, Passos Coelho admitiu que é sempre possível fazer alguma coisa e melhorar, mas insistiu que é preciso a resposta ter sentido e "racionalidade económica".

 

Pois, acrescentou, todos gostariam que o salário mínimo e as pensões fossem de pelo menos mil euros, mas é preciso ver em concreto o que do lado das empresas e da Segurança Social é possível acomodar.

 

Passos Coelho, que falava aos jornalistas no final da cerimónia de inauguração da nova sede da UGT, em Lisboa, foi ainda questionado sobre a eliminação da sobretaxa em 2017, e admitiu que as "notícias que têm aparecido são um bocadinho contraditórias".

 

Por isso, acrescentou, o PSD aguardará pela proposta que for apresentada no Orçamento do Estado para 2017 para se pronunciar.

 

"Seja como for, o importante é que as metas que estão comprometidas em documentos que Portugal assinou possam ser assumidas", sublinhou.

 

O líder do PSD remeteu também para mais tarde uma decisão sobre se os sociais-democratas irão apresentar propostas de alteração ao documento que o Governo irá entregar na sexta-feira na Assembleia da República.

 

De qualquer forma, reiterou, "não é do lado do PSD que tem de se esperar uma iniciativa em matéria orçamental" porque os orçamentos são o instrumento financeiro da política do Governo.

 

"Não é sobre o PSD que se tem de dar foco dessa iniciativa", disse o líder do PSD, partido que no Orçamento do Estado para 2016 optou por não apresentar qualquer proposta de alteração ao documento do executivo socialista de António Costa.

 




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mais votado Anónimo Há 3 semanas



Por favor deixe governar quem sabe, o sr, já disse que não tem que ter, ou apresentar alternativas ao orçamento 2017, como tal cale-se e desapareça...

porque os portugueses QUE QUEREM VIVER À CUSTA DOS OUTROS, não gostam de si.

comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas


PCP . BE . PS entregam o sector dos táxis ao grande capital estrangeiro (DE BORLA).

Viva o capitalismo de esquerda (UBER, Cabify, …)

Anónimo Há 3 semanas


Por favor deixe governar quem sabe, o sr, já disse que não tem que ter, ou apresentar alternativas ao orçamento 2017, como tal cale-se e desapareça...

porque os portugueses QUE QUEREM VIVER À CUSTA DOS OUTROS, não gostam de si.

Anónimo Há 3 semanas

A Austeridade de esquerda é ótima e os Papalvos estão contentes!

Anónimo Há 3 semanas

SE ALGUÉM TIVESSE DÚVIDAS DO QUE ESTE ANORMAL ESTAVA A PENSAR FAZER ÀS PENSÕES DOS REFORMADOS - DINHERO QUE NÃO LHE PERTENCE - DEVE FICAR ELUCIDADO DAQUILO QUE OS ESPERAVA SE TIVÉSSEMOS TIDO O AZAR DE TERMOS ESTA NÓDOA COMO 1º. MINISTRO.

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