Emprego Patrões toleram novo salário mínimo mas resistem na lei laboral
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Patrões toleram novo salário mínimo mas resistem na lei laboral

O Governo já assumiu que vai propor o aumento do salário mínimo para 580 euros, o que é dado como estabilizado. A prioridade, dizem os patrões, é minimizar as alterações laborais que a esquerda e o Governo têm colocado em cima da mesa.
Patrões toleram novo salário mínimo mas resistem na lei laboral
Bruno Simão/Negócios
Catarina Almeida Pereira 30 de agosto de 2017 às 22:30

A quatro meses do final do ano, o suspense em torno do valor do novo salário mínimo já quase se dissipou. Vieira da Silva já anunciou e repetiu que vai fazer o que consta do programa do Governo – propor um aumento de )

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mais votado Anónimo 31.08.2017

A solução é flexibilização do mercado laboral, coisa que já existe em grande medida nas economias mais desenvolvidas mas não em Portugal, e Estado de Bem-Estar Social, coisa que já existe em grande medida nas economias mais desenvolvidas mas não em Portugal porque o Estado de Bem-Estar Social português é só para uma parte da população e por isso temos uma Função Pública (e agora também um sector bancário) de Bem-Estar Social, mas não um Estado. Para a sustentabilidade dos Estados, a competitividade das economias e a equidade das sociedades do mundo desenvolvido, os custos do excedentarismo e da blindagem anti-mercado que o garante e perpétua são incomensuravelmente maiores do que aquele Estado de Bem-Estar Social universal num mercado efectivamente concorrencial e flexível.

comentários mais recentes
Anónimo 31.08.2017

Os salários ou o custo do trabalho em Portugal são mais reduzidos do que noutras economias mais ricas e desenvolvidas do que a portuguesa, mas o que se passa é que aí as empresas gozam de economias de escala que as empresas portuguesas só atingiriam se se internacionalizassem. E o que é facto é que muito raramente isso acontece porque sindicatos e esquerda não deixam que se reúnam as condições para que tal aconteça. Por outro lado, e não menos importante, há que salientar que o sector empresarial dessas economias mais ricas e desenvolvidas tem uma muito maior alocação de capital com grande incorporação de tecnologia de ponta, económica e eficiente, que poupa enormemente em factor trabalho. Uma coisa é ter 200 assalariados a ganhar 1000 outra é ter 50 a ganhar 2000 para produzir o dobro do que se consegue produzir empregando os primeiros.

Anónimo 31.08.2017

A solução é flexibilização do mercado laboral, coisa que já existe em grande medida nas economias mais desenvolvidas mas não em Portugal, e Estado de Bem-Estar Social, coisa que já existe em grande medida nas economias mais desenvolvidas mas não em Portugal porque o Estado de Bem-Estar Social português é só para uma parte da população e por isso temos uma Função Pública (e agora também um sector bancário) de Bem-Estar Social, mas não um Estado. Para a sustentabilidade dos Estados, a competitividade das economias e a equidade das sociedades do mundo desenvolvido, os custos do excedentarismo e da blindagem anti-mercado que o garante e perpétua são incomensuravelmente maiores do que aquele Estado de Bem-Estar Social universal num mercado efectivamente concorrencial e flexível.

Anónimo 31.08.2017

Os ditos "precários" em Portugal teriam muito mais oportunidades e muito maiores expectativas se não estivessem constantemente tapados e prejudicados pelos "definitivos" blindados à prova de mercado, de alterações da oferta e da procura, à prova de avanço tecnológico, de inovação. Nada é definitivo na vida, na economia, nos mercados laboral, de capitais, de matérias primas ou de bens e serviços. Se fosse definitivo, suponhamos que desde a década de 1990, andávamos todos ainda dependentes da era do telemóvel do tamanho de um tijolo ao preço de 10 mil euros cada. Não seria agradável. Os "definitivos" fazem dos chamados precários o smartphone topo de gama que não consegue entrar no mercado porque o gigantesco e oneroso telemóvel obsoleto que parou no tempo e é de outra era arranjou um esquema legislativo que o protege a ele e ilegaliza a concorrência.

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