IMI Patrões contra aumento dos impostos sobre imóveis
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Patrões contra aumento dos impostos sobre imóveis

As confederações patronais revelam estar contra qualquer novo aumento de impostos sobre os imóveis. Mas, caso o Governo decida avançar, que faça a distinção dos "imóveis destinados a actividades económicas" dos restantes.
Patrões contra aumento dos impostos sobre imóveis
Miguel Baltazar
Negócios 04 de Outubro de 2016 às 12:58

As confederações patronais assumiram uma posição conjunta contra qualquer aumento de impostos sobre imóveis, depois de ter sido noticiado que o Executivo pondera avançar com um novo imposto sobre património.

 

"A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), a Confederação Empresarial de Portugal (CIP) e a Confederação do Turismo Português (CTP) decidiram manifestar ao Governo uma posição conjunta contra o eventual agravamento da carga fiscal sobre os imóveis urbanos e rústicos, na sequência de notícias divulgadas recentemente pela comunicação social", revelam as confederações num comunicado emitido esta terça-feira, 4 de Outubro, para a comunicação social.

 

Os patrões realçam ainda a necessidade de se ter em consideração "a especificidade dos imóveis destinados ao desenvolvimento de actividades económicas" antes de se avançar com qualquer alteração fiscal.


"Estas confederações recordam que os agentes económicos detentores dos imóveis já são visados fiscalmente por outras vias, nomeadamente em sede de IRS e IRC, e que esses mesmos imóveis são inseparáveis das actividades económicas que desenvolvem, não se podendo pressupor que as mesmas possam continuar a ser praticadas de forma sustentada sem dispor destas infra-estruturas imobiliárias", sublinham.

 

E pedem para que, no caso de se avançar com uma subida de impostos neste segmento, que se faça uma distinção dos "imóveis destinados a actividades económicas produtivas e geradoras de investimento, riqueza e emprego, dos imóveis destinados a outras finalidades".




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mais votado Anónimo Há 4 semanas


FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES DO PRIVADO

400 milhões de Euros para aumentar as pensões mínimas, são migalhas em comparação com...

os mais de 4600 milhões de euros que o Estado injetou, em 2015 (e injeta todos anos) através de transferências diretas do Orçamento do Estado (ou seja, com dinheiro pago em impostos pelos restantes portugueses) para assegurar o financiamento do buraco anual das pensões da CGA.

comentários mais recentes
Claro Há 4 semanas

Preferem a exploração e a escravatura. Força PS malha forte.

Fernanda Jacinto Há 4 semanas

Estao cheios de cagaco estas individualidades. Nao tem cacau?so o remediado e q tem?

Francisco Carvalho Há 4 semanas

SÓ OS PATRÕES ??? OU O BOM SENSO POLÍTICO ?

Oscar Fialho Há 4 semanas

Está na altura de as confederações começarem a levantar a voz contra a estupidez desta governação.

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