Política PCP diz que se PSD governasse estaria a discutir-se cortes e não aumentos das pensões

PCP diz que se PSD governasse estaria a discutir-se cortes e não aumentos das pensões

O PCP disse esta segunda-feira que se o PSD estivesse no Governo o país estaria a discutir um corte nas pensões em vez de um aumento, numa resposta aos sociais-democratas que consideraram a actualização extraordinária em Agosto uma medida eleitoralista.
PCP diz que se PSD governasse estaria a discutir-se cortes e não aumentos das pensões
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 14 de agosto de 2017 às 18:05

"A grande diferença entre a posição do PCP sobre as pensões e a posição do PSD não é da data do aumento das pensões, é que se o Governo PSD estivesse em funções, tal como tinha no seu próprio programa, aquilo que se estaria a discutir hoje não era um aumento das pensões, era um corte de 600 milhões", disse Vasco Cardoso da Comissão Política comunista, em resposta a questões dos jornalistas na sede nacional do partido, em Lisboa.

 

O líder do PSD, Pedro Passo Coelho, sugeriu no domingo à noite que a atribuição, em Agosto, das pensões com os valores já actualizados está relacionada com motivos eleitoralistas.

 

"O Governo entendeu este ano fazer um aumento extraordinário das pensões e o ano, que começou em Janeiro, só pôde ter aumento extraordinário das pensões em agosto, justamente a um mês da campanha eleitoral para as eleições autárquicas", declarou Passos Coelho.

 

O líder do PSD, que discursava durante a festa do Pontal, em Quarteira, no Algarve, que marcou a rentrée do partido, questionou ainda, num cenário em que fosse "qualquer outro Governo" a ter a "audácia" de anunciar um aumento extraordinário das pensões a um mês da campanha, "o que estaria a dizer-se pela comunicação social" e que "acusações não se estariam a lançar".

 

O aumento extraordinário das pensões, previsto no Orçamento do Estado para 2017, chegou este mês para os pensionistas com um montante global de pensões de valor igual ou inferior a 631,98 euros.

 

O PCP lembrou sempre se bateu pelo aumento extraordinário das pensões e para que esse aumento fosse concretizado em 1 de Janeiro de 2017.




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mais votado saraiva14 14.08.2017

Os sem vergonha nunca mais se calam! São piores do que as pilhas Duracel! E duram, e duram, e duram e duram e nunca mais acabam!

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Anónimo 15.08.2017

Camarada, a direita já todos conheciam agora esta geringonça que permite que se gastem fortunas a formar um filho e depois vê-lo a ganhar 600€ !!!

Anónimo 14.08.2017

Continuem a aumentar a Dívida Pública para ganhar votos que a factura vai ser paga na mesma! Só se limitam a adiar o pagamento!

Anónimo 14.08.2017

PCP um partido de seres vivos desprovidos de neurónios... não repararam que os aumentos de pensões e devoluções de IRS foram acompanhados de um brutal aumento de impostos indirectos? Sabem quem foi mais penalizado com essa política fiscal? Os pobres..

Só na Absurdolândia isto é possível... 14.08.2017

Como é o governo do Jerónimo e da Catarina nem se discutem 1000 milhões em cativações (cortes manhosos), assina-se logo de cruz, e estes cortes são inferiores a 600 milhões?! Toda a gente sabe isso...
Ó faxavor, são 3 selhas de tinto e um prato de sapos crocantes.
Sapos a mais causam demência!

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