Política PCP: "Não desperdiçamos nenhuma oportunidade para alcançar avanços"

PCP: "Não desperdiçamos nenhuma oportunidade para alcançar avanços"

O PCP diz que temas essenciais para os comunistas podem ser incluídos no OE mais tarde, durante o debate no Parlamento. 
PCP: "Não desperdiçamos nenhuma oportunidade para alcançar avanços"
Miguel Baltazar
Marta Moitinho Oliveira 12 de Outubro de 2016 às 14:04

O PCP defendeu esta quarta-feira, 12 de Outubro, que o aumento das pensões, o fim das restrições na Administração Pública e o aumento da justiça fiscal são pontos essenciais para o Orçamento. No entanto, os temas em cima da mesa não têm de ficar fechados até à aprovação do Orçamento pelo Conselho de Ministros.

 

O ministro das Finanças, Mário Centeno, e o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, estão reunidos esta manhã com os partidos da oposição para apresentar as linhas gerais do Orçamento do Estado para 2017.

 

"Na especialidade ainda há possibilidade" para incluir no Orçamento matérias que o PCP considera essenciais, disse o líder parlamentar comunista, João Oliveira. "Não desperdiçamos nenhuma oportunidade para alcançar avanços", reforçou.

 

Ainda não há acordo com os parceiros que apoiam o Governo no Parlamento quanto ao Orçamento. 

 

Antes, João Oliveira afirmou que o PCP apresentou ao Governo as perspectivas que tem da necessidade de aprofundamento da devolução de rendimentos. E criticou os constrangimentos orçamentais e a "chantagem" da União Europeia em relação ao OE. "Há uma preocupação com as dificuldades em encontrar respostas, que resultam de condicionamentos que o Governo assume", afirmou. 




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mais votado Anónimo Há 3 semanas


PCP . BE . PS entregam o sector dos táxis ao grande capital estrangeiro (DE BORLA).

Viva o capitalismo de esquerda (UBER, Cabify, …)


(O CDS não faria melhor)

comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas


FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES DO PRIVADO

400 milhões de Euros para aumentar as pensões mínimas, são migalhas em comparação com...

os mais de 4600 milhões de euros que o Estado injetou, em 2015 (e injeta todos anos) através de transferências diretas do Orçamento do Estado (ou seja, com dinheiro pago em impostos pelos restantes portugueses) para assegurar o financiamento do buraco anual das pensões da CGA.

Anónimo Há 3 semanas


OS CÃES RAIVOSOS DA FP

Os cães raivosos da FP abocanharam tudo e mais alguma coisa nos últimos 40 anos.

Sempre à custa dos trabalhadores do privado, que sustentam a FP e seus pensionistas a pão de ló.

Anónimo Há 3 semanas


Comemorações Oficiais

FP – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES DO PRIVADO

Porque é que 4 500 000 de trabalhadores privados têm de continuar a pagar a reposição dos salários, das pensões e das mordomias dos 500 000 funcionários públicos?

É uma medida populista que vai enterrar o país em mais 10 000 milhões € nos próximos anos!

Chega de mordomias para os funcionários públicos, são as 35 horas de trabalho, os dias de férias que começam nos 25 dias, as reformas muito acima dos restantes mortais e com muito menos anos de descontos, o bloco de "desculpas" para faltar ao trabalho, as inúmeras greves dos inúteis sindicatos, a impossibilidade de serem despedidos.

Anónimo Há 3 semanas


PS ROUBA A VIDA A 500.000 TRABALHADORES


O SOCRATES GATUNO endividou o país até à bancarrota, para pagar salários e pensões da FP…

Lançando 500.000 trabalhadores no desemprego!

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