Economia Pelo menos 58 pessoas consideradas mortas em incêndio de Londres

Pelo menos 58 pessoas consideradas mortas em incêndio de Londres

Pelo menos 58 pessoas são consideradas como mortas no incêndio da torre Grenfell de Londres, anunciou este sábado a polícia, actualizando o balanço anterior de 30 mortos confirmados com mais 28 pessoas presumivelmente mortas.
Pelo menos 58 pessoas consideradas mortas em incêndio de Londres
Autoridades policiais inglesas admitem que o número de 58 pessoas mortas no incêndio de quarta-feira em Londres pode aumentar.
Reuters
Lusa 17 de junho de 2017 às 20:54

Stuart Cundy, o comandante da polícia metropolitana de Londres, explicou que as autoridades consideram que os desaparecidos no incêndio de quarta-feira passada, em Londres, estão mortos.

 

"Este número de 58 pode aumentar. Espero que não seja o caso, mas poderá aumentar", disse, adiantando que poderiam estar outras pessoas no prédio na altura sem que a polícia tenha conhecimento.

 

O oficial sublinhou que a operação de busca dos corpos levará tempo, "semanas", talvez mais, devido ao estado do edifício devastado pelo incêndio de origem desconhecida.

 

Segundo o serviço nacional de saúde britânico, 19 pessoas continuam hospitalizadas, 10 das quais em estado crítico.

 

Entre 400 e 600 pessoas viviam no edifício de 24 andares e 120 apartamentos.

 

O elevado número de vítimas chocou a opinião pública e causou a cólera dos familiares e amigos das vítimas, bem como de membros das suas comunidades.

 

Hoje, 17 de Junho, algumas pessoas voltaram a manifestar-se com cartazes pedindo "Justiça para Grenfell", desta vez não muito longe da residência oficial da primeira-ministra britânica.

 

Por outro lado, o desastre suscitou uma onda de solidariedade e mais de três milhões de libras (3,4 milhões de euros) já foram recolhidas a favor das vítimas. 




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mais votado Anónimo Há 4 semanas

Sobrepagamento e excedentarismo injustificáveis, ou seja, sobrealocação desnecessária de factor produtivo trabalho, originam a subalocação de factor produtivo capital adequado e perfeitamente justificável. Neste caso os materiais de construção eram de péssima qualidade, foi usado material inflamável e material foi mal aplicado para poupar, e o orçamento para equipamentos de detecção e combate a incêndios foi desbaratado em salários de carreiras vitalícias sem qualquer pertinência. Outros custos do excedentarismo que se verificam sempre que o trabalho é posto acima do capital sem obedecer a qualquer lógica afecta à mais elementar racionalidade económica e aos mais básicos princípios da gestão científica moderna. Em Pedrógão é parecido. Noutros países há drones, há detectores, há mais e melhores meios aéreos no combate aos fogos e menos bombeiros redundantes. Há também mais e melhor prevenção assente na tecnologia e na consultadoria junto de especialistas em dinâmica dos fogos.

comentários mais recentes
Alfredo Há 4 semanas

Achei uma vergonha que minimizam este acidente! o número de mortos vai continuar a crescer ainda!!

Criador de Touros Há 4 semanas

Este governo geringonça de esquerda não funciona e é responsável pela tragédia que aconteceu em Portugal com 25 mortos num incêndio em Pedrogão Grande. Por muito menos demitiu Sampaio o Santana, que tinha apoio parlamentar maioritário também. António Costa terá de se demitir ou ser demitido. O PR a abraçar o ministro foi patético, cheios de medo de serem considerados responsáveis. Houve falhanço logístico, falta de coordenação, falta de atenção. A geringonça governamental é isto, infelizmente para os muitos mortos e feridos. Espero que haja investigação, ou custava assim tanto cortar o trânsito nas estradas ? António Costa, RUA !!!!!!!!!!!!!!

Anónimo Há 4 semanas

Portugal está de luto. Morreram muitas pessoas a noite que passou. Continuamos na mesma questão, ninguém falhou. Portugal pergunta! O que faz a Força Aérea em tempo de paz. As Forças Armadas limltam-se a viver dos rendimentos e a ver a banda passar, com dezenas de generais pagos a peso de ouro.

Anónimo Há 4 semanas

Sobrepagamento e excedentarismo injustificáveis, ou seja, sobrealocação desnecessária de factor produtivo trabalho, originam a subalocação de factor produtivo capital adequado e perfeitamente justificável. Neste caso os materiais de construção eram de péssima qualidade, foi usado material inflamável e material foi mal aplicado para poupar, e o orçamento para equipamentos de detecção e combate a incêndios foi desbaratado em salários de carreiras vitalícias sem qualquer pertinência. Outros custos do excedentarismo que se verificam sempre que o trabalho é posto acima do capital sem obedecer a qualquer lógica afecta à mais elementar racionalidade económica e aos mais básicos princípios da gestão científica moderna. Em Pedrógão é parecido. Noutros países há drones, há detectores, há mais e melhores meios aéreos no combate aos fogos e menos bombeiros redundantes. Há também mais e melhor prevenção assente na tecnologia e na consultadoria junto de especialistas em dinâmica dos fogos.

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