Segurança Social Pensões antecipadas: as mudanças que o Governo está a preparar
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

Pensões antecipadas: as mudanças que o Governo está a preparar

A proposta ainda está em negociações, mas o Governo já revelou as linhas principais: carreiras muito longas terão acesso à pensão completa sem penalizações e quem se reformar antecipadamente terá uma redução dos cortes. A idade da reforma vai continuar a subir gradualmente e – sabe-se agora – a idade mínima de acesso à pensão antecipada também vai aumentar. As novas regras não abrangem a CGA.
Pensões antecipadas: as mudanças que o Governo está a preparar
Bruno Simão/Negócios

Quem poderá aceder à reforma antecipada?

Até às alterações aprovadas durante o programa de ajustamento podiam aceder à reforma antecipada as pessoas que aos 55 anos tivessem

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião4
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo Há 5 dias

No mundo desenvolvido, só praticamente em Portugal é que existe de forma tão ridiculamente desenvergonhada e absurda este falso sentido de auto-elegibilidade caracterizado pela ilusão pedante e intelectualmente desonesta de julgar que, quando alguém sai do sistema de ensino, o Estado tem de garantir uma carreira assalariada vitalícia ao cidadão, e que esse mesmo Estado reduzido ao dúbio estatuto de empregador directo ou indirecto do povo, e não as condições de oferta e procura de mercado, tem automaticamente que providenciar tanto mais remuneração quanto maiores forem as habilitações literárias do tal cidadão. Isto porém não passa de um falacioso pensamento atrofiado e atrofiante para a inovação, o progresso social, o crescimento e desenvolvimento económico e o avanço civilizacional que é diametralmente oposto ao praticado nas economias e sociedades mais prósperas e avançadas do mundo, da América do Norte à Escandinávia, dos Países Baixos e Reino Unido à Austrália e Nova Zelândia.

comentários mais recentes
Anónimo Há 4 dias

A pergunta que se coloque: Qual a razão para se continuar a diferenciar os funcionários da função publica dos privados?
Só pode ser motivações de interesse politico ou sindical.
Era altura de acabar com esta descriminação; o mérito deve ser pela competência quer no sector publico que no privado

VLopes Há 4 dias

Eu faria diferente.. uma pessoa com 40 anos de descontos pode se reformar, pois ja compriu bem a sua parte social..
Tomara todos os tugas descontarem 40 anos seguidos!

Anónimo Há 5 dias

Não é justo não se aplicar à CGA.
Funcionário privado com 60 anos - 46 anos descontos reforma-se imediatamente sem penalização
Funcionários privado com 60 anos - 46 anos descontos reforma-se sem penalização só daqui a 6 anos e alguns meses. há funcionários nestas situações. Sindicatos vejam isto

Anónimo Há 5 dias

No mundo desenvolvido, só praticamente em Portugal é que existe de forma tão ridiculamente desenvergonhada e absurda este falso sentido de auto-elegibilidade caracterizado pela ilusão pedante e intelectualmente desonesta de julgar que, quando alguém sai do sistema de ensino, o Estado tem de garantir uma carreira assalariada vitalícia ao cidadão, e que esse mesmo Estado reduzido ao dúbio estatuto de empregador directo ou indirecto do povo, e não as condições de oferta e procura de mercado, tem automaticamente que providenciar tanto mais remuneração quanto maiores forem as habilitações literárias do tal cidadão. Isto porém não passa de um falacioso pensamento atrofiado e atrofiante para a inovação, o progresso social, o crescimento e desenvolvimento económico e o avanço civilizacional que é diametralmente oposto ao praticado nas economias e sociedades mais prósperas e avançadas do mundo, da América do Norte à Escandinávia, dos Países Baixos e Reino Unido à Austrália e Nova Zelândia.

Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub
pub
pub
pub