Justiça PGR mantém prazo para terminar investigação da Operação Marquês

PGR mantém prazo para terminar investigação da Operação Marquês

A procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, decidiu manter o prazo (17 Março de 2017) para terminar a investigação da Operação Marquês, que envolve o ex-primeiro-ministro José Sócrates, adiantou à agência Lusa fonte da instituição.
PGR mantém prazo para terminar investigação da Operação Marquês
Reuters
Lusa 22 de dezembro de 2016 às 08:43

"Face à informação recolhida, a Procuradora-Geral da República entende não se justificar qualquer reponderação do prazo estabelecido", disse à agência Lusa fonte da PGR, confirmando uma informação avançada pela rádio TSF.

 

A mesma fonte explicou que "a Procuradora-Geral da República foi informada pela equipa de magistrados afecta à investigação do ponto de situação do processo, tendo, assim, obtido uma informação pormenorizada e devidamente fundamentada relativamente ao estado do inquérito".

 

De acordo com a mesma fonte da PGR, esta informação substituiu o relatório inicialmente previsto.

 

A conclusão da investigação relacionada com a "Operação Marquês" ficou agendada para Março de 2017, depois de em Setembro a Procuradoria-Geral da República ter concedido mais 180 dias (seis meses) para a "realização de todas as diligências de investigação consideradas imprescindíveis".

 

A Operação Marquês conta com 18 arguidos, incluindo o ex-primeiro ministro José Sócrates, que esteve preso preventivamente mais de nove meses, e que está indiciado por fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais e corrupção passiva para ato ilícito.

 

São ainda arguidos o ex-ministro socialista Armando Vara e a filha, Carlos Santos Silva, empresário e amigo do ex-primeiro-ministro, Joaquim Barroca, empresário do grupo Lena, João Perna, antigo motorista do ex-líder do PS, Paulo Lalanda de Castro, do grupo Octapharma, Inês do Rosário, mulher de Carlos Santos Silva, o advogado Gonçalo Trindade Ferreira e os empresários Diogo Gaspar Ferreira e Rui Mão de Ferro e o empresário luso-angolano Helder Bataglia.

 


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mais votado Anónimo 22.12.2016


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Anónimo 22.12.2016


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AMLG 22.12.2016

Até já se está a rir --- ahahahah tanta tramóia que foi feita nas offshores que é impossivel provar o que quer que seja. Ai se a lei em portugal não fosse esta a porcaria que é ...... enriquecimento ilicito é que ninguém aprova para que estes corruptos não sejam agarrados. Qq um percebe que este tipo é corrupto. Será que a nossa actual lei conseguirá ver isso? Não sei. Mas uma coisa estou certo. Se não vir é porque é uma lei que não presta para nada já que está aos olhos de todos o que se passa aqui. Uma prova de fogo para a Justiça Portuguesa!!!

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