Fundos comunitários Plano Juncker financia campus da Nova, renovação de Lisboa, energia renovável e aviões

Plano Juncker financia campus da Nova, renovação de Lisboa, energia renovável e aviões

O plano de investimento europeu contribuiu com mil milhões de euros para projectos públicos e para a produção industrial em Portugal desde o seu lançamento, sendo o oitavo país europeu com maior volume de investimento.
Plano Juncker financia campus da Nova, renovação de Lisboa, energia renovável e aviões
O novo campus da faculdade da Economia da Universidade Nova de Lisboa vai receber 16 milhões de euros.
DR
André Cabrita-Mendes 16 de fevereiro de 2017 às 13:53

O Plano Juncker já aprovou 18 projectos em Portugal num valor de financiamento superior a mil milhões de euros. Este valor mobilizou um total de 3.400 milhões de investimentos, gerados a partir do sector privado e público.

 

O Banco Europeu de Investimento (BEI) sublinha que Portugal está "entre os oito países da União Europeia que mais foram beneficiados em termos de volume de investimentos" ao abrigo do Plano Juncker, segundo os dados divulgados esta quinta-feira, 16 de Fevereiro.

 

Portugal encontra-se na segunda posição de países que mais beneficiaram de investimentos em infra-estruturas e inovação do Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (FEIE) em percentagem do PIB, superado apenas por Espanha. Em termos de investimento total mobilizado pelo FEIE em percentagem do PIB, Portugal encontra-se na quarta posição, atrás de Estónia, Bulgária e Espanha.

 

Entre os projectos do Plano Juncker em Portugal encontra-se a renovação da cidade de Lisboa, com a capital a ser o primeiro município da União Europeia a beneficiar directamente deste investimento, com um empréstimo de 250 milhões de euros para a melhoria de prevenção de inundações, a promoção da mobilidade sustentável e a modernização de habitação social.

 

Mas há mais investimentos apoiados. O novo campus da faculdade da Economia da Universidade Nova de Lisboa vai receber 16 milhões de euros num investimento total de 47 milhões de euros. Já as centrais de produção de electricidade a partir de biomassa vão receber 50 milhões de euros de um total de 96 milhões de euros. A Mecachrome, empresa francesa que produz peças para aviões em Portugal, vai ser financiada em 40 milhões de um total de 82 milhões. 

 

O plano também tem previsto 300 milhões de euros para promover a criação de emprego em Portugal através do investimento em start-ups e empresas que empregam jovens e desempregados de longa duração.




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comentários mais recentes
msantos Há 1 semana

desculpem lá... percebi portugal ou lisboa !!!´parece que não existem limites para sustentar a capital...temos alguem para pedir uma esmola para estas bandas do norte !!!

Ciifrão Há 1 semana

Mais uns milhões para os mesmos, o saldo final deste dinheiro traduz-se em nada. As empresas que recebem a parte de leão são sobredimensionadas e inviáveis , só existem porque recebem destes favores.

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