Economia Plano de Investimentos de Lisboa financiado pelo Plano Juncker apresentado esta segunda-feira

Plano de Investimentos de Lisboa financiado pelo Plano Juncker apresentado esta segunda-feira

O projecto do município de Lisboa financiado pelo Plano de Investimento Europeu (Plano Juncker) e pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) é apresentado esta segunda-feira no Pátio da Galé, no Terreiro do Paço.
Plano de Investimentos de Lisboa financiado pelo Plano Juncker apresentado esta segunda-feira
Miguel Baltazar
Lusa 24 de Outubro de 2016 às 07:05

Na cerimónia vão estar o primeiro-ministro, António Costa, o comissário europeu Carlos Moedas, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Fernando Medina, o presidente do BEI, Werner Hoyer, e o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques.

 

Estão previstas uma sessão de apresentação do Plano de Investimentos da Cidade de Lisboa 2016-2020 e a assinatura do acordo entre a CML e o BEI.

 

Conhecido por Plano Juncker por ter sido lançado pelo presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, o Plano de Investimento Europeu insere-se nas medidas daquela entidade para dinamização e desenvolvimento da União Europeia (UE).

 

De acordo com um comunicado da Representação da Comissão Europeia em Portugal, este financiamento europeu "contribuirá para a regeneração urbana da cidade e para apoiar o seu crescimento e competitividade".

 

"O projecto tem um forte foco na inclusão social. Lisboa tornar-se-á assim no primeiro município da UE a beneficiar directamente do apoio do Plano Juncker", adianta.

 

Em Setembro, o presidente da CML anunciou que tinha concluído este acordo com o BEI, para permitir "desenvolver, ao longo da próxima década, prioridades centrais em matéria de desenvolvimento nas áreas da requalificação e regeneração urbana, mobilidade suave, habitação social".

 

Os fundos permitirão também, segundo Medina, a "execução do plano de drenagem, na sua parte de maior investimento".

 

O Plano de Investimentos da Cidade de Lisboa 2016-2020 envolve uma verba de 250 milhões de euros.




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Um governo de ladrões

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Anónimo Há 1 semana


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