Conjuntura Porque cresce tão pouco a economia portuguesa?
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Porque cresce tão pouco a economia portuguesa?

Portugal está preso num labirinto de obstáculos ao crescimento económico, do qual ainda não conseguiu sair. O endividamento e as qualificações estão no centro das dificuldades. Os níveis de crescimento dos anos 90 poderão não ser mais do que uma miragem.
Porque cresce tão pouco a economia portuguesa?
Paulo Duarte/Negócios

Como no mito de Sísifo, Portugal parece condenado a empurrar a pedra do crescimento económico sem nunca chegar com ela ao topo da montanha. Não é maldição. As causas estão bem identificadas.

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mais votado Anónimo Há 2 semanas

Portugal não tem credibilidade nem autonomia económico-financeira porque não tem tido políticas que permitam a criação, captação e fixação do melhor e mais adequado talento e capital disponível nos mercados globais de talento e capital. Sem flexibilização dos mercados laborais e fortalecimento dos mercados de capitais portugueses, Portugal nunca vai participar nas revoluções industriais como actor principal, secundário ou mesmo figurante. Será eternamente o expectador que chega ao evento sempre perto do acto final e por isso fica sem perceber o pouco daquilo que viu.

comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

Os motivos para mim são claros. O q exportamos rendem pouco pq n exportamos produtos com alto valor de mercado logo os lucros e impostos são baixos o mesmo se passa com a maioria dos salários q são baixos e claro n cobrem uma despesa demasiado elevada com função publica nem promovem consumo interno.

Genio Há 2 semanas

Há aqui um comentador que vê tudo com óculos cor de rosa, mas pode explicar como temos os juros mais caros da europa, e em ano e meio o país endividou se mais de 12000 milhões.

Anónimo Há 2 semanas

Por causa da geringonça e dos funcionários públicos.

Anónimo Há 2 semanas

O Estado português é mau gestor porque se rege por leis que o impedem de exercer uma correcta e atempada gestão de recursos humanos e o tornam completamente insensível às forças de mercado. Isso fará dele sempre um mau gestor, um perdulário e uma fonte de iniquidade e insustentabilidade. Quando reescreverem as leis, o Estado poderá vir eventualmente a ser um bom gestor dentro daquilo que são as suas áreas de actuação e competências estruturantes e fundamentais.

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