Conjuntura Porque cresce tão pouco a economia portuguesa?
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Porque cresce tão pouco a economia portuguesa?

Portugal está preso num labirinto de obstáculos ao crescimento económico, do qual ainda não conseguiu sair. O endividamento e as qualificações estão no centro das dificuldades. Os níveis de crescimento dos anos 90 poderão não ser mais do que uma miragem.
Porque cresce tão pouco a economia portuguesa?
Paulo Duarte/Negócios

Como no mito de Sísifo, Portugal parece condenado a empurrar a pedra do crescimento económico sem nunca chegar com ela ao topo da montanha. Não é maldição. As causas estão bem identificadas.

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mais votado Anónimo 10.05.2017

Portugal não tem credibilidade nem autonomia económico-financeira porque não tem tido políticas que permitam a criação, captação e fixação do melhor e mais adequado talento e capital disponível nos mercados globais de talento e capital. Sem flexibilização dos mercados laborais e fortalecimento dos mercados de capitais portugueses, Portugal nunca vai participar nas revoluções industriais como actor principal, secundário ou mesmo figurante. Será eternamente o expectador que chega ao evento sempre perto do acto final e por isso fica sem perceber o pouco daquilo que viu.

comentários mais recentes
Anónimo 12.05.2017

Os motivos para mim são claros. O q exportamos rendem pouco pq n exportamos produtos com alto valor de mercado logo os lucros e impostos são baixos o mesmo se passa com a maioria dos salários q são baixos e claro n cobrem uma despesa demasiado elevada com função publica nem promovem consumo interno.

Genio 11.05.2017

Há aqui um comentador que vê tudo com óculos cor de rosa, mas pode explicar como temos os juros mais caros da europa, e em ano e meio o país endividou se mais de 12000 milhões.

Anónimo 11.05.2017

Por causa da geringonça e dos funcionários públicos.

Anónimo 11.05.2017

O Estado português é mau gestor porque se rege por leis que o impedem de exercer uma correcta e atempada gestão de recursos humanos e o tornam completamente insensível às forças de mercado. Isso fará dele sempre um mau gestor, um perdulário e uma fonte de iniquidade e insustentabilidade. Quando reescreverem as leis, o Estado poderá vir eventualmente a ser um bom gestor dentro daquilo que são as suas áreas de actuação e competências estruturantes e fundamentais.

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